sábado, 31 de agosto de 2013

Intuição ou Pensamento?

Livre arbítrio ou destino? Talvez surjam os dois ao mesmo tempo e estejam misturados de tal maneira que temos dificuldade em perceber onde começa um e acaba o outro. Ou, talvez, nenhum dos dois seja real e tudo isto seja uma ilusão dentro da nossa cabeça, um jogo para nos entreter!

E isto leva-nos à intuição e ao pensamento e a um tema por vezes confuso e que não pode ser tocado levianamente.

Posso até ser extremista nalgumas coisas porque acredito nos argumentos que sustentam essas posições, mas considero que o extremismo por vezes dá asneira da grossa. Por exemplo, por vezes assistimos a duas posturas filosóficas muito extremistas e antagónicas. Por um lado, temos aqueles que dizem que devemos apenas usar a intuição e, por outro lado, temos os defensores do pensamento e que rejeitam a intuição.

Qual é a solução para isto? Bem, talvez devamos usar as duas! O ser humano nasceu com as duas, possui intuição, sensações, sentimentos, emoções, mas também possui pensamento, raciocínio, etc. O que é necessário é um equilíbrio entre essas duas polaridades. Se só tivéssemos uma delas, ficaríamos incompletos. No entanto, poderá haver situações onde só nos devemos levar por uma delas, mas se tivermos uma posição extremista em relação a todas as situações, o resultado pode não ser o melhor!

Confesso que até simpatizo com certo tipo de filosofia oriental antiga (e não só) que enfatiza muito esse aspecto da intuição, da espontaneidade, de fazer o que é natural, seguir a natureza das coisas sem forçar demasiado e, claro, isto implica não pensar ou raciocinar demasiado na tentativa de tentar controlar a vida, não ser um escravo dos aspectos mentais e fazer apenas aquilo que podemos fazer e não aquilo que não podemos fazer. Eu admito que encontro muita sabedoria nestas ideias e até acredito que alguém possa viver guiando-se principalmente pela sua própria intuição ou luz interior, etc, mas isto precisa de ser gerido e enquadrado na vida de uma determinada maneira… Mas vamos ser francos, sendo nós (a maior parte de nós) seres imperfeitos, poderemos guiar-nos apenas pela intuição em todas as situações? Se o fizermos, com certeza não será muito boa ideia! E não será muito boa ideia mesmo para aqueles que mais pregam o uso da intuição, isto inclui muitos gurus que por aí desfilam e que julgam que sabem aquilo que na verdade não sabem! (com isto não quero destruir ou fazer inquisição em cima dos gurus, pois têm todo o direito de existir e de defender o que quiserem e muitas vezes até ajudam os outros. Por isso liberdade acima de tudo! Também não estou a defender nenhum lobby das psicoterapias e daqueles que acham que só esse caminho é o melhor e o mais digno ou sério para todos, o que sinceramente duvido!)

Por isso, sendo o ser humano imperfeito (na sua larga maioria), será imprudente dizer que apenas nos devemos guiar por aquilo que intuímos ou sentimos em todas as situações. Necessitamos de um auxiliar e esse auxiliar é o pensamento e o raciocínio. Isto não quer dizer que a intuição também não possa ser treinada e que, com o aperfeiçoamento da pessoa, não possa vir a ocupar um lugar privilegiado. Uma maior perfeição (seja lá o que isso for em termos absolutos) poderá vir associada a uma intuição mais certeira, aguçada, mas enquanto não chegarmos lá, é preciso ter cautela para não nos espalharmos no chão, até porque muitas vezes a intuição mistura-se com o desejo (ou ambições pessoais) e podemos ficar bastante confusos, de tal maneira que, filtrando as coisas, a intuição pode apontar num sentido e o desejo (ou ambição pessoal) pode apontar noutro sentido que nem sempre é o melhor para nós. Já noutras ocasiões, o desejo e a intuição estão em sintonia perfeita. Mas tudo isto não é fácil de abordar e teremos que partir do princípio de que existe um princípio orientador dentro de nós que funciona independentemente do condicionamento social, primeiro colocamos essa hipótese. Mas aqueles que possam pensar que estou aqui a desvalorizar os desejos naturais, desenganem-se! Não sou a favor de mortificações, grandes renúncias e aventuras desse género. Sou a favor é de uma gestão inteligente e moderada desses desejos. Também não sou a favor de grandes moralidades, principalmente quando vêm associadas a religiões, tradições, e outros aspectos culturais. Grandes normas e regras sociais vistas como inquestionáveis que em grande parte servem para controlar os outros e satisfazer a vaidade humana, o renome, etc, embora haja certas moralidades que me agradam (todos nós temos as nossas contradições, mas penso que não é grave!). Mas o importante é que essa moralidade possa também ser questionada e tudo aquilo que não apresentar sólidos argumentos deve ser questionado. Não existe nada que não possa estar sujeito à nossa reflexão, não podemos apenas assimilar as coisas passivamente e, mais do que uma moral de vida, devemos ter uma ética de vida e que os nossos princípios sejam bem fundamentados!

Depois, quando alguém anuncia que quer atingir um certo ideal de perfeição (com objectivos bem declarados) e ainda por cima quer atingi-los rapidamente, não se esqueça de uma coisa: o “diabo” está a ouvir e irá colocar-te todos os obstáculos possíveis e imaginários no teu caminho. Por isso, tem cuidado, nunca faças promessas, vive um dia de cada vez e nunca anuncies nada. É um dia de cada vez e mais nada! Devagar se vai ao longe e respeita a tua natureza.

Sendo eu muito imperfeito, e se não é demasiada presunção da minha parte, um conselho para os racionalistas extremistas: Cuidado quando usamos apenas a cabeça, porque, se puxarmos muito por ela, corremos o risco de arrancá-la pelo pescoço, destruímos uma boa parte da criatividade e mais um sem número de coisas. As melhores ideias criativas aparecem quando têm de aparecer, aparecem quando estamos relaxados e preparados para recebê-las, a coisa não vai com grandes pressas, controlos ou doutrinas hiper-racionalistas. Certos artistas, escritores e cientistas sabem disto e sabem-no muito melhor do que eu. Há um lado misterioso nestas coisas e nem sempre elas estão disponíveis. É um momento e esse momento pode até nunca mais se repetir. Às vezes também aparecem quando nem estamos à espera, foi “acidentalmente” e dá trabalho para apontá-las no momento, antes que elas fujam da nossa memória e pode se tornar desagradável porque vem tudo ao mesmo tempo! Isto até pode atormentar muitas pessoas se elas não souberem lidar com a situação! (podemos falar de inspiração, podemos falar de outras coisas…)

De lembrar que alguns artistas entram em estados alterados de consciência…

A respeito da intuição e dos gurus, quero fechar dizendo que proferir palavras sábias não transforma ninguém num sábio, uma coisa pode não acompanhar a outra, é como a sorte ou o sucesso na vida, nem sempre vem acompanhado pelo aparente merecimento (mas apenas vemos a superfície, não é?). O saber está no fazer, o verdadeiro sábio distingue-se pela sua acção e coerência, ele demonstra-o naturalmente, espontaneamente, consistentemente, sem fazer teatro. Ser sábio é uma coisa que acontece, não pode ser forçado, ou és ou não és (eu não sou e, mesmo que fosse, nunca o anunciaria, mas isso sou eu! Cada um é que sabe!). De conversa está o mundo cheio, não é? Gurus disto e daquilo abundam, mas verdadeiros sábios já é mais difícil de encontrar. E afinal o que é um verdadeiro sábio? A verdade é que, numa determinada perspectiva, toda a gente pode ser sábia numa área ou noutra.  






Psicomanteum

O espelho dá-nos o reflexo de nós próprios e do ambiente que nos rodeia ou então serve como porta de acesso a outras realidades ocultas aos nossos sentidos. Há também quem diga que a realidade é um espelho.

O espelho dá-nos o reflexo, mas somos sempre nós que interpretamos esse reflexo, ou seja, muitas vezes cada um vê as coisas conforme a sua disposição mental, emocional ou nível de consciência e num determinado dia vemo-nos de uma maneira, já noutro dia podemos ver-nos de outra maneira completamente diferente. Se o espelho distorcer a nossa imagem, então talvez a nossa percepção seja ainda mais distorcida. Não somos a imagem do espelho, é apenas o nosso reflexo, assim como a imagem que os outros têm de nós é uma construção deles e talvez nem a imagem que os outros têm de nós nem a imagem que nós temos de nós próprios seja a mais verdadeira e fidedigna…. 

Muitas pessoas dizem que a mente deveria ser como um bom, perfeito e limpo espelho, não rejeitando nem se apegando a nenhuma imagem e reflectindo tudo o que se encontra à sua frente exactamente como se apresenta, não seleccionando esta ou aquela imagem, mas reflectindo tudo da mesma forma, sendo por isso neutro.

O espelho tem sido usado como metáfora em várias histórias e também como porta para outros mundos. Ele não serve apenas para ver se estamos bonitos (neste aspecto, demasiada obsessão pelo espelho pode não ser muito boa ideia, principalmente quando nos preocupamos demasiado com a imagem!), bem penteados ou se precisamos de perder alguma barriga, o espelho, para além de nos poder mostrar o nosso estado interior e emocional, tem também algo de mágico e místico.

Muitas vezes questionamo-nos: “o que existirá do outro lado do espelho”? Será apenas um reflexo deste mundo ou existirá outro mundo do outro lado do espelho? Outro mundo muito semelhante a este ou outro mundo muito diferente deste, mas com personagens reais? Haverá outra pessoa semelhante a mim no mundo do espelho, com uma vida semelhante à minha ou, por outro lado, existirá outra pessoa completamente diferente?”. Poderão pensar que neste momento perderam o juízo ou enlouqueceram, mas talvez haja algum sentido nestas perguntas…

Quantas vezes olhamos no espelho e perguntamos: “ quem é a pessoa que está do outro lado? Quem é este fulano? Serei eu próprio ou será outra pessoa? Eu conheço esta pessoa? Quem sou eu?” Por breves momentos, ficamos com uma sensação estranha e aparece um vazio na nossa mente, ficamos surpreendidos e, olhando nos nossos próprios olhos, fica a sensação de que temos um estranho à nossa frente e afinal não nos conhecemos assim tão bem. Penso que algumas pessoas já tiveram esta experiência!

O espelho parece assim ser um instrumento polivalente que nos poderá mostrar várias realidades, incluindo a nossa!

Existem técnicas de projecção astral ou projecção de consciência, os sonhos lúcidos e, dentro destas temáticas relacionadas com técnicas para atingir estados alterados de consciência, podemos também encontrar o psicomanteum.

Psicomanteum é uma técnica curiosa que, uma vez preenchidas determinadas condições destinadas a criar um ambiente adequado, utiliza um espelho para comunicar com o mundo espiritual. Alguns também defendem que estas visões ou experiências resultantes da utilização desta técnica são projecções do inconsciente.

No passado, esta comunicação era realizada usando água ou outro tipo de superfície que reflectisse a luz e vem-nos imediatamente à memória a tão conhecida bola de cristal!

Nota: recomenda-se prudência, porque o mundo da mente e, para quem acredita, o acesso a outras realidades às vezes assemelha-se à navegação num oceano desconhecido que poderá esconder perigos. Por isso, este tipo de experiência deve, em certas situações, ser evitado, ou então merece especial cuidado, principalmente quando realizamos sozinhos e pela primeira vez. Em certo sentido, poderá ser o equivalente a fazer uma viagem com uma planta enteógena sem um bom guia. Ou seja, a receita para o desastre! E, no caso de querermos aprender por nós próprios, primeiro devemos tentar saber o máximo sobre este assunto e depois avaliar se temos ou não características ou condições psicológicas para seguir em frente, no sentido de tomar a decisão certa.

Como curiosidade, a técnica foi utilizada por Raymond Moody, que pesquisou sobre o tema das EQM (experiências de quase morte).


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Terapias Complementares

Este é um tema que ainda hoje não reúne sempre consenso, embora haja práticas mais aceites do que outras. Uns preferem chamar-lhes terapias alternativas, outros preferem chamar-lhes terapias complementares.

Muitos ataques que são feitos a algumas destas terapias surgem disfarçados de seriedade científica, mas no fundo estão carregados de interesse próprio e são corporativistas, etc. Neste capítulo, penso que podemos ou não discordar de certas coisas, podemos apresentar argumentos contra ou a favor, mas, se são práticas inócuas ou relativamente seguras, então cabe a cada pessoa decidir se quer ou não usá-las e não precisamos de gente que está constantemente preocupada em eliminar inquisitorialmente algumas destas práticas. É simples: Parem com isso! Já somos crescidinhos!  

Põe-se também o problema da certificação e, segundo sei, parece que estão a tratar de regulamentar algumas dessas terapias em Portugal. É um processo que já se arrasta há algum tempo e tem encontrado muitos problemas e provavelmente vai continuar a encontrar.

Podemos falar de dois exemplos, a acupunctura e a homeopatia.

No caso da acupunctura, aceitemos ou não as suas teorias e modelos, podemos verificar que existem alguns estudos que mostram a sua eficácia, principalmente para tratar certo tipo de dores. Há também quem critique as limitações e a forma como esses estudos foram conduzidos, mas a verdade é que se trata de uma medicina milenar que, mesmo hoje em dia, tem ajudado imensas pessoas!

A homeopatia é outro exemplo e é também uma medicina antiga que, tal como a medicina chinesa ou a acupunctura, vê o ser humano como um todo, tem uma perspectiva holística, perspectiva essa que muitas pessoas dizem que falta à medicina convencional!

E, sobre a homeopatia e em termos da sua eficácia, podemos encontrar, como era de esperar, duas posturas muito distintas: a dos defensores e a dos detractores.

Os detractores referem que é apenas um placebo. Dizem que, tendo em conta os estudos existentes, não existem evidências científicas e que aqueles estudos que demonstram alguma eficácia da homeopatia não são para valorizar.


Já os defensores afirmam que a homeopatia funciona e inclusivamente em crianças muito pequenas e animais e, no caso dos animais, alguns veterinários afirmam que têm tido bons resultados (se isto é verdade, então placebos não podem funcionar em animais, suponho!). O problema, segundo dizem alguns homeopatas, é que muitas vezes é difícil de encontrar provas científicas devido às limitações desses estudos e à forma como são conduzidos, porque cada pessoa requer um medicamento homeopático especifico, o que quer dizer que pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber diferentes medicamentos homeopáticos e isso dependerá das manifestações que cada um apresenta em termos de sinais e sintomas, assim como de outros aspectos como a personalidade de cada um, etc.



Alquimia

A alquimia é uma tradição antiga que, através da obtenção da misteriosa Pedra Filosofal, tinha como objectivo a transmutação dos metais inferiores em ouro e a busca pelo elixir da longa vida, uma panaceia universal.

A alquimia, precursora da química e da medicina, era também uma disciplina mística, hermética e foi praticada em várias partes do mundo.

Mesmo hoje em dia, há pessoas que, refugiando-se em argumentos habilidosos e talvez motivados pelo seu próprio ego, referem que os segredos da alquimia ainda precisam de ser guardados e dão a entender que eles próprios talvez conheçam esses segredos, mas apenas os iniciados podem entendê-los… Para mim, tudo não passa de conversa e este tipo de atitude está claramente fora de contexto e de época. Não existe nada que não possa ser revelado hoje, a não ser que isso possa constituir um perigo para a pessoa que obtém esse conhecimento e também para a sociedade! Já outros expõem esses segredos e dão a sua interpretação, que não sabemos ao certo se é correcta ou não!

Dentro deste contexto, há uma ideia que parece reunir algum consenso: a alquimia, para além de poder ser um processo físico de transformação dos metais, também é um processo de transformação interior! E daí ter sido conveniente ocultar essa componente espiritual, porque, como sabemos, a Igreja Católica via isto como heresia, perseguia toda a gente e a inquisição era implacável (curioso, porque os cristãos foram perseguidos e depois o que vimos? Os cristãos a perseguir outros! Isto é o tipo de coisa que acontece muito e a História dá-nos muitos exemplos. Hoje em dia, temos a comunidade cientifica, que também foi perseguida no passado e hoje frequentemente tem por hábito “queimar” muitos heréticos).

Por isso, o processo alquímico, Opus Magnum (A Grande Obra) pode ser visto como uma metáfora. A transmutação dos metais em ouro seria o aperfeiçoamento do ser humano que, através de algumas fases ou etapas, atinge um estado de maior perfeição. Trata-se de uma purificação espiritual no sentido de conseguir atingir uma mudança de consciência ou estado de iluminação interior. Da ignorância até à sabedoria. Todo o simbolismo enigmático poderá ter esse sentido.

Para muitos, as imagens apresentadas pela alquimia são alegorias e a pedra filosofal é semelhante à busca pelo Graal.





terça-feira, 27 de agosto de 2013

Métodos Divinatórios

Os métodos divinatórios são usados para guiar e orientar o Homem, são também oráculos e servem para prever o futuro (e aqui há muitas abordagens, perspectivas e conceitos sobre a natureza desse futuro).

Boa parte destas técnicas, algumas provenientes da chamada sabedoria antiga, são métodos que permitem estabelecer uma ponte com o mundo interior. Permitem aceder às verdades que estão guardadas dentro de cada um de nós, por isso funcionam como um espelho. E é essa a ideia que está por detrás de muitos destes métodos e, por exemplo, no caso da astrologia, podemos ver a correspondência entre o macrocosmo e o microcosmo.

Muitos usam o conceito de sincronicidade para explicar o funcionamento destas técnicas e referem que as mesmas estabelecem uma ligação com o nosso inconsciente e com as respostas que estão guardadas dentro dele.

Quanto a evidências científicas, parece que têm-se realizado alguns estudos em relação à astrologia (a verdadeira astrologia não é a das revistas) e a mais um ou outro método. Já li coisas contraditórias acerca disto, estudos contra e estudos a favor, mas é uma questão de explorar melhor neste aspecto e ver o que realmente existe, mas confesso que não posso dar uma resposta clara sobre isso, porque não tenho muitos dados. Agora não há tempo, talvez fique para uma próxima oportunidade…

Mas é sempre difícil estudar certas coisas de forma totalmente cientifica devido às próprias características de algumas dessas técnicas e também porque existem elementos de subjectividade envolvidos e terá de fazer ou não sentido para a própria pessoa que está a consultar tais métodos…

Estas artes, como alguns lhes chamam, poderão ser consultadas pela própria pessoa ou através de um intermediário que saiba usá-las e, neste último caso, quanto às pessoas que praticam estes métodos, há de tudo! Por isso, cautela! Penso que é importante ter sempre a mente aberta e ao mesmo tempo algum pensamento crítico e discernimento!

Há quem afirme que não se deve fazer negócio com estas coisas e argumentam nesse sentido e há também aqueles que defendem que se pode cobrar.

O vídeo a seguir fala sobre um desses métodos, a cartomancia!








segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mata Nacional do Buçaco

Eis mais um lugar mágico, mais um entre muitos que desfilam por este Portugal carregado de mistério e lenda, cheio de histórias para contar.

A Mata Nacional do Buçaco reúne alguns ingredientes a não perder: a beleza da natureza, a História e, como não podia deixar de ser, o misticismo. O lugar tem uma aura especial que seguramente não deixará ninguém indiferente!


O artigo em baixo (constituído por 4 páginas) deixa-nos algumas descrições e informações sobre a mata.






No vídeo, esperar pelo final da publicidade.





sábado, 24 de agosto de 2013

A Música e a sua importância

Desde a luz que recebemos até aos ruídos que nos rodeiam. A dieta, o estilo de vida, o meio em que nascemos e vivemos, as emoções dos outros e as nossas, etc. Existem milhentas coisas que nos podem afectar e afectam mesmo e muitas vezes nem estamos conscientes delas.

Tudo é importante e às vezes os pequenos pormenores podem se tornar grandes pormenores. Muitas coisas são negligenciadas, porque não temos tempo para elas ou por outra razão qualquer. Ou então não se dá o devido valor, porque certas entidades oficiais pura e simplesmente desvalorizam-nas ou não falam delas, quer seja por falta de evidências ou não (e, embora haja situações claramente injustas, a verdade é que também é necessário algum cuidado, porque a superstição pode se meter nesta história- isso é um facto!).

A música também pode exercer uma enorme influência nas pessoas e, segundo alguns, isso não é suficientemente valorizado! Para além da nossa própria experiência pessoal, também existem estudos científicos que provam que certo tipo de música pode influenciar-nos em muitos sentidos. Para além disso, assim como as emoções, também a música parece deixar uma impressão na água (isto é polémico, mas pelos vistos existe alguma confirmação desta realidade, aliás como já foi mostrado num documentário publicado anteriormente). A Cimática também é outro tema recorrente quando falamos de ondas sonoras e dos seus efeitos na matéria, etc.

Portanto, a música tem a sua importância e há quem defenda que a frequência 432 Hz (afinação musical), a frequência esquecida, é a ideal. Esta frequência sincroniza com os ritmos naturais e biológicos e tem um efeito muito mais positivo do que a actual de 440 Hz que foi adoptada no Século XX.


Bem, não há nada como fazer a experiência e ouvir uma música em 432Hz e depois ver qual é a diferença! Poderão fazê-lo aqui na Internet, pois há musicas que foram convertidas para 432Hz.



sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O Senhor da Pedra

Erguida sobre um rochedo junto ao mar, a Capela do Senhor da Pedra, tal como outros exemplos deste género em Portugal, foi construída num antigo altar pagão. Este lugar é, para aqueles que acreditam, um dos chamados lugares de poder, lugares sagrados, especiais e ancestrais. E, mesmo hoje em dia, tem servido para todo o tipo de cultos e rituais realizados de forma mais ou menos discreta (magia branca e magia negra também), porque acredita-se que este lugar possui uma espécie de “energia” especial.

A cristianização de antigos cultos pagãos era algo comum no passado e há quem refira que alguns destes locais estavam curiosamente ligados a avistamentos de misteriosas luzes no céu.





quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Maçonaria

A Maçonaria é talvez a mais conhecida de todas as sociedades secretas de natureza iniciática, filosófica e esotérica.

Assim como outras sociedades secretas, a Maçonaria tem despertado a curiosidade das pessoas e também tem sido alvo de controvérsias e teorias da conspiração (algumas parecem ser infundadas).

A verdade é que, ao longo do tempo, esta sociedade secreta tem exercido uma forte influência na sociedade, influência que alguns consideram positiva. Mas, apesar de defenderem princípios e valores elevados, há também quem lance suspeitas e afirme que certas pessoas usaram e usam esta fraternidade para interesses não muito elevados.


Sobre o documentário, é curioso verificar que, mais uma vez, há aqui uma referência aos Templários… Há quem sugira (alguém que pertenceu à Maçonaria) que certos rituais maçónicos foram-lhes transmitidos pelos Templários, mas o seu verdadeiro significado perdeu-se! E, por isso, para não fazerem má figura, os maçons dizem que são segredos, mas, apesar de continuarem a praticá-los, ninguém realmente sabe o significado desses rituais.