quarta-feira, 12 de julho de 2017

Os outros e nós

Quem são os outros? Quem são essas outras entidades que se intrometem na nossa realidade? Quais são as suas agendas? O que têm a ganhar?

E nós?! Somos apenas meros peões num complexo e vasto jogo? Quem nos move? Somos realmente inteiramente donos e senhores das nossas vidas? Escolhemos e decidimos, ou alguém escolhe por nós? Quem escolhe? Quando é que escolhemos realmente alguma coisa?
Estas são algumas das questões levantadas no seguinte programa:

domingo, 4 de junho de 2017

Escola ou prisão?

De acordo com os relatos que nos chegam, nomeadamente no âmbito das EQM, a nossa existência neste planeta serve um propósito, tem um sentido (é importante salientar que a filosofia e a religião sempre tentaram responder à questão do sentido da vida). Portanto, neste contexto, é-nos dado um conjunto de informações que possuem semelhanças com algumas filosofias, doutrinas e tradições espirituais, nas quais o planeta Terra é visto como uma escola onde se aprendem importantes lições.
 
No entanto, como curiosidade, e tal como acontece com outros assuntos, também aqui há espaço para a conspiração, porque existe uma versão alternativa do factos (não estou a falar da versão materialista, ontologicamente falando). Essa versão alternativa diz que o planeta Terra é, afinal, uma prisão! Suponho que esta teoria foi inspirada no gnosticismo (e não só). Alguns chegam mesmo a usar conceitos e termos gnósticos.
 
Talvez, digo eu, não seja uma prisão para todos, ou então é uma prisão com mais regalias para uns do que para outros, e com direito a tortura. Mas há quem não concorde com esta teoria de que a Terra é um planeta prisão, apelidando-a de desinformação. Dizem que não existe qualquer hipótese de engano nem manipulação. Na internet podemos assistir a várias trocas de argumentos entre estas duas posições, tanto nos comentários aos vídeos como nos próprios vídeos.
Não pretendo destruir o optimismo nem a esperança de ninguém (isso seria contrário à intenção e lógica deste blogue), mas há coisas que são evidentes e essas ninguém pode negar: nesta realidade constatamos a existência de limitações e obstáculos e, em menor ou maior grau, existe uma dificuldade ou até mesmo impossibilidade de criar a nossa própria realidade; seja escola ou prisão, também podemos constatar que muitas pessoas abandonam esta vida num estado bem pior do que aquele em que entraram (interiormente, mentalmente, etc); não sabemos o que se esconde por detrás da cortina nem os propósitos das coisas, mas não raras vezes gera-se um sentimento de injustiça e indignação, principalmente quando vemos que a vida muitas vezes favorece e premeia indivíduos que aparentemente não merecem, a vida concede-lhes uma boa dose de liberdade que por sua vez permite-lhes fazer mais porcaria do que seria aceitável. Desta forma, parece que só uns precisam de levar com lições, enquanto outros aparentemente não têm nada a aprender, apesar do seu comportamento revelar o contrário; no fundo, escolas e prisões partilham muitos aspectos em comum, pelo menos nestas sociedades criadas pela espécie humana aqui na Terra.
 
Talvez não exista conspiração nenhuma e a verdade seja mesmo aquela que é contada pelas pessoas que experienciaram as EQM. Mas se houver conspiração, se realmente estivermos a ser manipulados e enganados por uma qualquer espécie de seres de natureza duvidosa, talvez nunca venhamos a saber ao certo, porque a ilusão pode ser perfeita ou quase perfeita (embora os preponentes desta teoria digam que existe sim uma forma de escapar). Da mesma forma que nós humanos, em determinadas situações, conseguimos enganar e manipular outras espécies de animais, satisfazendo-lhes uma série de necessidades e criando um conjunto de condições (nem que seja por breves momentos). Embora, na minha opinião, os animais não são assim tão idiotas como algumas pessoas pensam, e provas não faltam por aí.
 
Depois de alguma reflexão, estou mais inclinado para a versão das EQM que vê estas experiências como sendo genuínas e sem embustes de qualquer género, porque parece ser mais verossímil. No entanto, devo dizer que não estou totalmente satisfeito.
Esta versão (sem conspiração) parece ser a verdadeira. A informação disponibilizada faz um certo sentido sim, é verdade que explica muita coisa, para além de confirmar aquilo que dizem certas filosofias, tradições e outro tipo de experiências dentro deste âmbito. Mas será que faz total sentido? Não, confesso que não! Do meu ponto de vista, não faz total sentido porque, assim como tantas outras pessoas, custa-me aceitar muitas coisas… Para além disso, existem também certos aspectos que não estão totalmente claros. Contudo, as dúvidas e dificuldades na compreensão de certas dinâmicas são perfeitamente naturais, tendo em conta todas as limitações inerentes a esta minha condição e ponto de vista, somado ao facto de, em muitos casos de EQM, aquelas pessoas não terem tido acesso a toda a informação (algumas também referem que não conseguem neste momento ter acesso a toda a informação, em termos de memória).   
 
 
Nota: Para quem estiver interessado, existem vários vídeos na internet (não só em inglês) onde se expõe o assunto, com opiniões e diferentes versões da mesma teoria. E, claro, não esquecer as caixas de comentários desses vídeos porque é sempre interessante ver: os argumentos a favor desta teoria; os desabafos e as histórias de vida de uns e de outros (embora este aspecto não apareça nos comentários de todos os vídeos); e também a contra-argumentação, o lado daqueles que não concordam com esta teoria.   

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O fenómeno de Fátima: uma abordagem multidisciplinar

Este ano celebrou-se o centenário das aparições de Fátima. O seguinte documentário analisa o fenómeno de Fátima sob várias perspectivas. (em certos momentos o áudio não é o melhor mas vale a pena ver)
 



A propósito do centenário, é interessante verificar que existem pessoas que têm uma predileção especial para menosprezar, criticar e até ridicularizar* certos temas comummente designados de paranormais. Alguns também são muito zelosos no seu papel de detractores de tudo aquilo que não faz parte de um certo pensamento dominante, e por vezes escrevem artigos em revistas e jornais, para além de já terem marcado presença em programas televisivos, embora não muito frequentemente. Depois também temos assíduos comentadores televisivos (jornalistas e não jornalistas) cujas opiniões pululam por aí e estes nunca se inibem de ”desancar” quando aparece algum assunto que foge a uma certa normalidade nas mais variadas áreas, são os defensores do status quo. Posso até estar enganado mas, curiosamente, não vi nenhum tipo de manifestação e crítica em relação a Fátima! Algumas destas pessoas ficaram caladas e abstiveram-se de fazer qualquer crítica sobre Fátima, decidiram ser politicamente correctos e optaram por respeitar a fé dos outros (não é má ideia), talvez pelo peso e importância de Fátima e da religião católica e também devido à importância da vinda do Papa a Portugal. De repente a coerência desaparece e abstêm-se de fazer uma crítica que seria perfeitamente natural, no contexto da sua posição filosófica. Ou seja, ao seguirmos a mesma linha de pensamento, teremos de obrigatoriamente considerar absurdo, cómico até, e irracional tudo o que está relacionado com Fátima, teremos de não só criticar a versão oficial dos acontecimentos mas também considerar um total absurdo tudo que rodeia Fátima. Na perspectiva destes autênticos paladinos, é sempre importante: trazer racionalidade para a sociedade, tentar educar as pessoas dentro da ciência (a tal que dizem não ter dogmas), destruir toda a pseudociência (só quando lhes convém e nas áreas desejadas) e combater a superstição e o preconceito. Por isso não faz sentido este silêncio por parte de alguns destes cavalheiros, mas pelos vistos eles especializaram-se apenas em determinados temas…
De igual forma, também não faz sentido alguém ser católico, aceitar as aparições de Fátima, e depois condenar e não aceitar outras aparições semelhantes, rejeitando também outros fenómenos paranormais, para além de condenarem outros tópicos polémicos… Haja coerência também aqui!
Por outro lado, em relação àqueles que abertamente criticam Fátima e têm digamos a coragem e a franqueza de falar o que pensam, devo dizer que querer deitar no lixo todo o fenómeno de Fátima (assim como outros fenómenos) é, do meu ponto de vista, um erro e uma ingenuidade. Podemos reflectir sobre muita coisa e criticar a versão oficial, podemos até criticar algumas dinâmicas e aspectos que sucedem ali actualmente. Contudo, devemos sempre abordar o assunto com seriedade e honestidade suficiente porque temos perante nós a oportunidade de explorar não só a mente humana mas também outros aspectos, possibilidades e até hipóteses. Neste sentido, torna-se essencial olhar Fátima (e não só) para além da religião (e seus dogmas) e reconhecer que também existem benefícios (talvez não para todos, mas para muitos). E, principalmente, independentemente da interpretação, não podemos negar que algo aconteceu ali no início do século passado!
 
*Neste aspecto, a ridicularização pode trazer uma consequência automática: a inibição! Isso leva a que muitas pessoas se inibam e não apresentem o seu testemunho quando o consideram relevante, ou então pensarão duas vezes antes de contarem as suas experiências. Por isso é sempre importante haver associações, grupos de pesquisa, investigadores sérios e de bom senso, e jornalistas especializados neste temas (jornalistas é coisa rara de se ver nos meios convencionais) para que estes testemunhos possam ser de certa forma protegidos e compreendidos.
 
Para além disso, não menos curioso é o facto de haver duas posições aparentemente incongruentes (em geral, não apenas no que diz respeito a estes temas): a sociedade (ou pelo menos uma parte dela) não aceita e publicamente censura determinadas abordagens e comentários, sabemos inclusivamente que legalmente pode haver consequências para quem agredir, ofender, difamar e tentar humilhar os outros, e às vezes verificamos até um certo extremismo politicamente correcto que é manifestado quando se toca nalguns tópicos; Por outro lado, por vezes assistimos a uma completa aceitação de abordagens e comentários com características semelhantes a, por exemplo, certas formas de bullying, e a defesa desses comentários é ainda mais notória quando certos indivíduos não nutrem qualquer interesse pelo assunto ou quando são até extremamente críticos em relação aos temas em questão.   
 
Portanto, às vezes basta alguma coisa ser dita por um humorista, ou vir protegida pela capa de um simples programa humorístico, e aquilo que noutro contexto poderia ser criticável, condenável e censurável torna-se milagrosamente mais aceitável, e depois alguns usam todo o tipo de argumentos à disposição para convencer os outros de que afinal não há nenhum problema porque isto é apenas humor, nada mais! Claro que programas de humor são sempre bem-vindos, cada caso é um caso, diferentes pessoas podem ter diferentes opiniões, a análise e o impacto depende de muita coisa, mas a verdade é que as consequências podem ser igualmente más, ou até piores, para aqueles que são alvos de troça num contexto de um programa de humor e afins.   
 
E o mais diria cómico é quando vemos que determinados humoristas deixam sempre certos temas e grupos intactos (ou então são mais brandos com estes), as piadas são selectivas ou debruçam-se mais sobre certos assuntos deixando outros de fora. Uma das ditas funções do humorista é a crítica social, a qual deveria ser inteligente e totalmente abrangente, contudo parece-me óbvio que de repente tudo ganha contornos estranhos e tendenciosos…Mas não precisamos de humoristas para nada porque um simples comentador, uma simples reportagem ou uma simples entrevista pode, por exemplo, dar cabo da reputação de muita gente (e já deu).
 
 
Dito isto, viva a liberdade de expressão, sou todo a favor do humor, e gosto sempre de recordar aquele ditado suponho que brasileiro: “pimenta no traseiro do outro para mim é refresco”…

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Um enigma por resolver!


Não tenho especial interesse por este tipo de temas e assuntos, mas confesso que existem elementos bastante estranhos em toda esta história apresentada nos vídeos e documentários abaixo. Houve uma campanha de descrédito contra Portugal, uma tentativa de denegrir a imagem do país (acredito que não teve qualquer consequência pelo menos em termos de turismo porque os números falam por si), lançando mentiras, no sentido de tentar limpar a imagem dos cidadãos estrangeiros envolvidos, segundo dizem alguns, e dessa forma, protegendo também a imagem do país de origem dessas pessoas.

Mas terão sido simples lógicas patrioteiras? Ou será que existem outras razões por detrás dessa aparente tentativa de encobrimento? Quem esteve realmente envolvido nesse encobrimento? Dez anos depois, o enigma e a polémica continuam. Podemos dizer que este desaparecimento é não só um dos mais misteriosos ocorridos em Portugal mas também seguramente está presente na lista dos casos mais famosos e mediáticos a nível mundial no que diz respeito ao âmbito da investigação policial, criminologia e afins.

Este caso é bem ilustrativo das dinâmicas e esquemas para os quais chamei a atenção e critiquei em anteriores artigos e comentários aqui publicados. Exemplifica na perfeição certas abordagens e comportamentos dos media.

Embora este caso não esteja relacionado com os media portugueses, a verdade é que comportamentos semelhantes podem ser encontrados também aqui (embora de forma talvez menos agressiva do que noutros países). Ainda muito recentemente, pude identificar aqui nalguns meios de comunicação nacionais tentativas de manipulação da opinião pública (com sucesso, de uma forma geral) lançando informação incompleta e numa primeira fase divulgando informações incorrectas. Mesmo que tenha sido com boas intenções, porque se tratava de um problema relacionado com a saúde pública e isso gerou um certo alarme, penso que a comunicação social deveria ter mais cuidado e ser menos tendenciosa. Outras coisas puderam também ser confirmadas…

 








domingo, 2 de abril de 2017

Realidades paralelas

Este programa apresenta-nos uma investigação multidisciplinar com resultados importantes que, na minha opinião, não deveriam deixar ninguém indiferente. É, portanto, um exemplo a seguir, principalmente porque todo o processo de investigação foi filmado e os resultados são partilhados com o público, estimulando assim uma reflexão sobre estes fenómenos.
 
Para além de um certo rigor e cuidado na forma de conduzir a investigação (o que é sempre importante), são revelados aspectos interessantes e existem algumas corroborações. Por isso recomendo ver com atenção.
 
É também importante salientar que algumas características repetem-se e são comuns neste tipo de fenómenos, tal como podemos verificar através de outras investigações que foram realizadas dentro de um modelo semelhante.
 
(No link abaixo, ver a partir do minuto 24)
 
 
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Documentos da CIA: repercussões justas?

A CIA disponibilizou recentemente documentos através da Internet e, entre os milhões de páginas, foi dado especial destaque a alguns temas que já foram abordados neste blogue: Investigações acerca do EVP (Electronic Voice Phenomena); 70% de acerto em experiências sobre visão remota; casos de poltergeist; incidentes com ovnis; tácticas de desinformação e outro tipo de assuntos.
Estamos perante uma situação que nos permite pensar em duas hipóteses, só existem duas explicações para o que vimos: podemos acreditar que a CIA inventou tudo isto ( na minha opinião, não faz sentido); ou então tudo realmente aconteceu (o que bate certo, principalmente quando sabemos que existem mais dados, informações e estudos que corroboram a existência destes fenómenos).
Será que a CIA, assim como outros serviços secretos e militares de outros países que também investigaram estas coisas, dar-se-ia ao trabalho de gastar tempo e recursos para estudar e testar estes temas se realmente não houvesse razões e tudo não passasse de uma treta?
Na verdade, trata-se de migalhas, como alguém dizia, mas certas informações já seriam expectáveis.
Em vários países, a notícia foi passada nalguns meios de comunicação social mais, digamos, convencionais mas, na maioria desses meios, a notícia terá tido o impacto merecido? Fica a questão! Houve algum tipo de debate sério? Por exemplo, a comunidade científica, assim como outras organizações e grupos não disseram nada?
Dá-me a sensação de que os media, em geral, pouco ou nada debateram sobre isto, pelo menos não vi muito enfoque no assunto, é irrelevante segundo a perspectiva deles, uma simples curiosidade. Do meu ponto de vista, isto é incompreensível! Não houve nem direito a um pequeno debate, pelo menos não encontrei nada aqui nos canais nacionais, apenas breves notícias em jornais on-line, mas de resto nada de muito relevante. Em termos internacionais, salvo algumas excepções, posso até estar enganado, mas do pouco que pesquisei, também não vi grande debate sobre este assunto, preferem insistir sempre no mesmo do costume.
No panorama nacional, é certo que já têm aparecido algumas reportagens dedicadas a este tipo de temas, por exemplo existem algumas reportagens e programas nacionais ( podem ser encontrados na internet) que não estão todos publicados neste blogue porque apenas coloquei aqueles vídeos que me pareceram mais relevantes e menos repetitivos, mas penso que continua a haver um certo vazio em relação a estes assuntos.
 
É verdade que ainda existem algumas excepções aqui e ali, principalmente para quem tem acesso a muitos canais, já para não falar das alternativas que a Internet nos proporciona e isso tem sido, na minha opinião, uma verdadeira bênção, apesar de ser muitas vezes crucial separar o trigo do joio nesta grande rede. Contudo, vejo por aí muitos canais que desperdiçam demasiado tempo em certas áreas que, como é evidente, também têm o seu lugar e são desejadas pelo público, mas há por vezes um excesso de programas, uma insistência repetitiva nos mesmos temas e assuntos, sempre nas mesmas áreas, por isso acho que deveriam conceder algum tempo e espaço para outro tipo de conteúdos.
No que diz respeito a certos meios de informação, a manipulação (quando acontece), a instrumentalização de certas ocorrências para alimentar e reforçar certas ideias, tentando puxar certas agendas para a frente, interferindo na sociedade a diversos níveis e, nesse sentido, basta usar as televisões, assim como outros meios, para ir aos poucos doutrinando o público. Existem sempre aproveitamentos e meias verdades que são deitadas para o ar todo o santo tempo, algumas colam, outras não colam porque já são mais difíceis de absorver na totalidade. Claro que as interpretações não são sempre unanimes e as doutrinas não são sempre más, mas é preciso estar atento, convém! E neste sentido, a Internet, tal como referi anteriormente, pode ser uma verdadeira bênção!
 
Programa com debate (no inicio do programa):

 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sinais de Alerta

 
O link abaixo é sobre a teoria das Egrégoras.
 
Mas, independentemente de existirem ou não egrégoras, a parte mais interessante do texto é uma lista que permite identificar os comportamentos digamos menos positivos de certos grupos, neste caso específico estamos a falar de grupos dentro do âmbito do espiritualismo (para usar um termo que seja o mais abrangente possível). São uma espécie de sinais de alerta. É possível que nem toda a gente concorde com alguns pontos da lista, existem coisas que podem ser discutíveis, mas alguns aspectos são já bastante conhecidos e estão relacionados com a força que determinados grupos e seitas exercem sobre o individuo e o poder e controlo que certos mestres e líderes exercem na vida dos seus seguidores.
É evidente que a influência menos positiva de um grupo (ou mesmo uma instituição ou organização) não acontece somente no âmbito espiritual religioso, mas também se verifica no âmbito politico, ideológico, etc.  
Claro que, por exemplo, nem tudo o que é dissidente e divergente é necessariamente negativo, é preciso deixar isso bem claro! Para além disso, grandes instituições também exercem influência sobre os indivíduos, embora haja algumas diferenças em relação a grupos e organizações mais pequenas.