sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Não Identificado


Este é o primeiro de uma série de seis episódios sobre o fenómeno OVNI. Caso ainda não conheça, sugiro que o leitor veja todos os seis episódios deste documentário e não apenas aquele que está publicado no final deste artigo. É, a meu ver, importante não só porque ajuda-nos a entender o passado, mas também oferece informação sobre os acontecimentos mais recentes, e são principalmente esses que devem ser o foco da nossa atenção neste momento, devido à sua relevância.

Havia muita coisa a dizer e a comentar sobre o conteúdo desta série, existe aqui muita informação interessante, mas, para não me alongar demasiado, gostaria de realçar um aspecto: o estigma que ainda está associado ao fenómeno OVNI dá sinais de poder ser superado e, na minha opinião, será cada vez mais. Aliás, estigma e preconceitos também podem estar presentes noutros temas relacionados com o mistério e o chamado paranormal.

Tendemos a pensar que a imaginação manifestada pelos criadores de ficção científica, todos os cenários, histórias, conceitos, tecnologia e personagens, tudo isso é inventado do nada, imaginado e criado na mente, não tendo lugar em nenhuma realidade. Porém, a verdade pode ser outra e completamente diferente das nossas suposições. De forma semelhante, há quem pense que todas as fantasias, mitos (palavra muita na moda) e histórias sobrenaturais são inventadas, não se baseiam nem têm lugar em nenhuma realidade.

Tendemos a pensar que o fenómeno OVNI é um tópico completamente distinto e sem nenhum tipo de relação com a consciência e o denominado sobrenatural. E se a verdade for outra?

Neste momento, se tiver alguma coisa a dizer, sinto que, para além dos assuntos ligados à consciência, abordar este tipo de temas (sem conflitos) é muito mais importante do que discutir questões políticas e económicas porque estas estão sempre carregadas de complexidade ( uma complexidade diferente) e também porque já não tenho propriamente a mesma perspectiva em relação a coisas que escrevi, teria colocado algumas ideias de forma diferente, ou então teria deixado esses assuntos completamente de lado. Não podemos ficar cristalizados. Confesso que não dei importância suficiente a alguns aspectos que são essenciais, tudo o resto parece ser secundário.   






sábado, 15 de setembro de 2018

A ciência está errada em relação a quase tudo?

Há quem tenha a ideia, convicção, ou mesmo a crença (como preferirem) de que a nossa sociedade (claro que depois isto pode variar de país para país) progride sempre, evolui no correcto e melhor sentido. Mas, com toda a franqueza, considero que, no que diz respeito a certos assuntos, constato, entre outras coisas, um esvaziamento progressivo do bom senso (situação que pode ser sempre reversível), e cada vez mais seguidismo no que concerne a certos aspectos das nossas sociedades. Situação que me levou a repensar e a mudar algumas posições e opiniões pessoais…. Há também muita gente que partilha de opiniões dissidentes, felizmente, e provavelmente em número maior do que se possa imaginar… Todos nascemos na mesma realidade, mas, não raras vezes, dá quase a sensação de que habitamos em distintos universos paralelos.
Isto de certa forma também está relacionado com o assunto dos vídeos publicados abaixo, porque, tal como acontece em relação a outras questões sociais e aspectos culturais, também existe a ideia de que a ciência (refiro-me obviamente mais ao caso das ciências naturais) evolui sempre, sem excepção, para patamares cada vez mais perfeitos. Mas será que a ciência evoluiu sempre em direcção a patamares e verdades mais perfeitas do que as ideias e crenças anteriores? Lanço a questão!
Não nego o valor da ciência (nem poderia negar), mas é um facto que a ciência, no passado (longínquo e também mais recente), já se enganou muitas vezes, e hoje continua a estar completamente enganada em relação a muita coisa! Também podemos constatar que a ciência (permeada pelo materialismo) resiste a mudanças, mesmo quando estas são justificadas ou pertinentes.
 
 


A experiência da discórdia (uma delas):

 


sábado, 8 de setembro de 2018

Ficheiros Secretos


Uma entrevista com um conhecido historiador e autor, membro do CTEC (centro transdisciplinar de estudos da consciência, sediado na Universidade Fernando Pessoa, e também dedicado ao estudo do fenómeno ovni), e que muito tem contribuído para a investigação, estudo, divulgação, respeito e valorização deste tema em Portugal. Nesta entrevista, o autor responde a várias perguntas e apresenta o seu novo livro: “Ficheiros Secretos à Portuguesa”.
Queria apenas deixar algumas notas e opiniões sobre o conteúdo do programa:
Este livro não tenta realizar qualquer tipo de interpretação sobre o que poderá estar por detrás do fenómeno. Por isso, não tenta especular sobre a sua natureza ou origem do mesmo, não tira qualquer tipo de conclusão ou conclusões, e também não expõe qualquer tipo de crença pessoal. A função deste livro não se destina a analisar esse tipo de questões, e isso é compreensível. No entanto, neste ponto e sobre o tema em geral, penso que é perfeitamente possível e aceitável desenvolver não uma crença pessoal (porque simplesmente sai fora deste contexto), mas sim uma convicção alicerçada e bem fundamentada. A crença pessoal, segundo o dicionário, é uma convicção profunda que não é baseada numa análise racional, etc. Mas o facto de determinada convicção surgir de uma forma que entendemos como não racional, não quer necessariamente dizer que essa crença está errada ou que deve ser negligenciável, por isso não tenho qualquer preconceito em relação a esse lado. Tal como o autor refere, podem existir várias interpretações e explicações sobre o fenómeno ovni, ou até, se quisermos, várias origens. Eu já escrevi sobre isso anteriormente, por isso não vou expor aqui novamente a minha convicção em relação a este assunto.
É sempre louvável e bem-vinda uma divulgação séria sobre o tema (isso tem vindo a dar os seus frutos) no sentido de dar alguma credibilidade, coisa que o entrevistado sempre tentou fazer. Mas, do meu ponto de vista, tendo em conta o forte preconceito, a ridicularização e o desdém que sempre existiu sobre este e outros temas semelhantes, talvez este estilo de programa não seja, a meu ver, o mais conveniente e apropriado para tratar destes assuntos. É muito grave? Não! Mas acho que devemos pensar em tudo, de forma a prevenir eventuais situações e consequências, no sentido de poupar o tema porque este já tem sido suficientemente atacado e maltratado. Por exemplo, apresentar o tema de forma jocosa e leviana não contribui muito para conservar aquele progresso que já foi obtido em relação à credibilidade e respeito. Eu próprio já usei um pouco de humor aqui no blogue, de forma moderada, mas usei-o de uma maneira que não tem o potencial de prejudicar minimamente estas temáticas, para além disso este contexto é completamente diferente e toda a gente sabe qual é, de facto, o objectivo deste blogue, isso desde muito cedo ficou sempre bem claro. Portanto, o sentido de humor tem o seu lugar, mas a participação em programas de humor, na minha opinião, deve ser sempre ponderada. Nada contra o programa em si (este que está no link abaixo), e a participação dos ouvintes é uma boa opção para qualquer tipo de programa, mas simplesmente se eu tivesse de escolher, escolheria outro género.
Dentro deste âmbito, devido à sua natureza, há muita coisa a gravitar à volta disto, muitas teorias e, na minha opinião, existem sobretudo algumas conspirações sem qualquer base e nesse aspecto estou de acordo com o entrevistado. Há muita gente a falar e a dizer muita coisa e obviamente nem tudo é verdade.
Também é importante dizer que a palavra ciência significa conhecimento, apenas isso! E depois, a partir daí, encontramos vários tipos de ciências, e qual delas é a melhor? Depende! Por exemplo, o cientismo adora passar a ideia de que tudo o que as ciências naturais nos dizem é claro, óbvio, absoluto, constituído por verdades perfeitas e tudo é transparente, só que, na realidade, existem também aqui muitas áreas cinzentas e coisas que não são assim tão claras… Eu anteriormente já tinha comentado sobre este assunto, mas seria interessante ouvir o que diz Stanton Friedman acerca deste tema (ver a partir do minuto 33, vídeo no final deste artigo).
Outro aspecto, é a ideia de que a investigação só pode e deveria ser realizada dentro de universidades e afins (ou deve ser constituída apenas por pessoas com um determinado currículo e títulos), porque somente desta forma ganha credibilidade (isto não é dito de forma explícita, mas eu interpreto desta maneira, é a ideia que, de certa forma, passa). Não concordo muito com este ponto, embora eu também reconheça que existe muita gente que se diz investigador ou tem pretensões a investigador e claramente não está preparada para tal. Estou à vontade para falar porque nunca fui investigador no terreno, etc, no máximo sou apenas um divulgador e gosto de analisar e reflectir sobre estes temas, com total liberdade. Também já falei sobre este assunto numa publicação anterior por isso não vou repetir a minha opinião.  
Programa: 
 
Vídeo:
 
 


Extra:  Ainda um vídeo com uma entrevista, sobre o pentágono e os ovnis. Penso que vale a pena ver. De uma vez por todas, penso que é necessário olhar para este assunto com mais seriedade, ganhar consciência de que isto tem, de facto, importância. É necessário, cada vez mais, encontrar argumentos para calar a boca de muita gente, e digo isto de uma forma um pouco mais agressiva porque algumas pessoas (e grupos), com o seu comportamento, não demonstram respeito por ninguém, e só têm servido para atrasar todo este processo de consciencialização e entendimento do fenómeno.
 


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Porto do Graal


Portugal, “Portugral”, porto do graal (ou talvez não). Pode ser que o Indiana Jones, e tantos outros entusiastas dos templários na vida real, tenham andado durante muito tempo a procurar no lugar errado, é apenas uma hipótese que me surge.
Do meu ponto de vista, em termos internacionais, a história dos templários em Portugal (assim como tantos outros aspectos positivos da nossa História, embora muita gente só queira ver o negativo porque talvez lhes convenha de alguma maneira) tem sido fortemente negligenciada de forma quase inexplicável, mas as coisas têm vindo a mudar nos últimos anos. O que não quer dizer que todos andaram a dormir no passado não muito longínquo, porque sei que alguns (fora de Portugal) sempre estiveram atentos e já vieram cá algumas vezes para filmar e discutir sobre o assunto.
Apresento aqui mais um documentário sobre os famosos cavaleiros templários e a sua relação com Portugal. Não é uma produção nacional nem ibérica, e isso é positivo, aliás já não é a primeira vez que isto acontece, porque nos últimos anos já houve outros documentários produzidos fora de Portugal.
Pontos a reter: (sem nacionalismos exacerbados da minha parte)
- Os templários foram fundamentais na formação de Portugal como reino independente, aliás, embora eu não seja historiador, arrisco-me a dizer que Portugal dificilmente existiria sem a ajuda e influência dos templários. Portugal, se não me engano, é o país da europa com as fronteiras mais antigas. Há até quem afirme que Portugal foi inicialmente uma invenção dos templários e que tinha um propósito como nação, ou seja, existia um projecto ou um conjunto de ideias por detrás da criação do reino;   
-Em determinado momento do documentário, foi dito que Portugal (inicialmente um condado) tornou-se independente do reino espanhol, ou de Espanha. Ora eu penso que existe aqui uma incorrecção porque, na verdade, a Espanha não existia nessa época, tendo sido formada muito mais tarde. O reino de Portugal é mais antigo! Reino de Leão não é a mesma coisa que reino de Espanha. E mais tarde, durante a união ibérica, é preciso salientar que Portugal nunca pertenceu à Espanha, apenas partilhava o mesmo rei. É que a palavra união não significa aquilo que muitas pessoas pensam… Portugal nunca deixou de ser Portugal nem perdeu autonomia. Depois deu-se a chamada restauração da independência porque, do lado espanhol, durante o reinado de Filipe III, quiseram rasgar e não respeitar o acordo que tinha sido feito com os portugueses. Por isso essa história de que Portugal foi da Espanha (De que Espanha estamos a falar? O que é que isso significa?) é pura fantasia;
- D. Afonso Henriques foi educado pelos templários (segundo o documentário) e Bernardo de Claraval (seu parente) teve um papel importante durante o processo de independência;
- O selo de D. Afonso Henriques e a sua leitura (talvez arriscada, não sei);
- A criação da Ordem de Cristo pode ser encarada como uma refundação da Ordem do Templo;
- Tomar, a sede da Ordem em Portugal; o pentagrama; os túneis; as relíquias, os conhecimentos, os mapas (especulação); os segredos e os objectivos da Ordem;
-A expansão marítima que foi pioneira e teve um impacto na História Mundial;
-Os rituais de iniciação que teriam sido copiados dos essénios, um ritual de ressurreição no qual são criadas condições para que ocorra uma experiência fora do corpo, exactamente como acontece no fenómeno que hoje chamamos de EQM, com todas as mudanças interiores que essas experiências acarretam. 



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Regressão de memória

No contexto da regressão de memória, com recurso à hipnose (portanto, ao contrário de outros casos, aqui não existe uma lembrança ou acesso espontâneo a memórias que estavam guardadas e vedadas até àquele momento), muitas vezes aparecem as tão badaladas memórias de vidas passadas. Mas, quer sejam regressões a vidas passadas ou simplesmente lembranças de acontecimentos recalcados desta vida presente, há quem afirme que este processo pode gerar memórias falsas.

No caso das memórias de vidas passadas, e apesar de hoje a hipnose ser vista com outros olhos, parece-me evidente que essa ideia não cai bem e por isso existe uma certa aversão e rejeição por parte de certas pessoas, pelas razões que todos já conhecemos.
Contudo, sejam acontecimentos de vidas passadas ou desta vida presente, devo dizer que não descarto totalmente a possibilidade de ocorrerem falsas memórias, principalmente se houver uma abordagem errada, irresponsável, ou pouco ética, por parte da pessoa que está a conduzir essa regressão (antes, durante e depois). Aliás, há estudos e casos que mostram que as falsas memórias são possíveis, com ou sem recurso à hipnose. Para ser sincero, nunca me debrucei muito sobre esses estudos e casos em particular, por isso não posso opinar muito sobre o assunto, apenas deixo a informação. Recordo-me apenas de ter lido que houve casos de falsas memórias durante o chamado “pânico satânico” ocorrido nos Estados Unidos, na década de 80 do século passado.

Quando falamos de memórias de acontecimentos traumáticos nesta vida presente, embora isso à partida possa ser difícil, em certos casos ainda é possível verificar e investigar se realmente aconteceu, ou qual a probabilidade de ter acontecido.

É, de facto, um tema polémico e complexo, ainda mais quando falamos de vidas passadas. Mas, neste caso em particular, como podemos saber se determinada memória é realmente verdadeira?

Eu poderia talvez juntar todo um conjunto de informações (de proveniência diversa) que aponta para a existência de vidas passadas, no sentido de dar força a essa ideia. Poderia também dizer que, depois de uma regressão, existem casos de pessoas que experienciam uma resolução ou alívio dos seus problemas pessoais, uma transformação interior, ou até mesmo uma cura de alguma doença física. No entanto, nada disto serve para corroborar determinadas informações e acontecimentos, histórias, pormenores fornecidos neste caso por aquela pessoa submetida à regressão. Ou seja, devemos colocar duas questões importantes:

Será que é possível confirmar a informação que extraímos da regressão?
E se conseguirmos confirmar essa informação, qual a plausibilidade daquela pessoa ter tido conhecimento de certos pormenores específicos através de meios digamos normais?
 
 

Em baixo, dois programas que tentam responder a estas questões, mas existem mais desse género.

Deixo aqui ficar apenas uma parte de cada programa, as restantes partes podem ser facilmente encontradas.

Nota: Mais uma vez, volto a lembrar que existem comentários que acrescentam mais informações, reflexões e análises aos artigos principais. E, por exemplo, alguns vídeos mais antigos deixaram de funcionar, mas se o leitor tiver muita curiosidade e interesse, pode enviar-me um comentário com pergunta e, se eu me recordar do vídeo, responderei e darei o nome do documentário, ou programa, e posso também sugerir outra forma de encontrá-lo.  

 






sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Não tem matrícula, mas não é nosso!

 
Há um estudo e investigação realizada pelo pentágono e que recentemente foi noticia nos media. Existem alguns vídeos e artigos na internet, por isso quem quiser pode facilmente procurar informação com os detalhes desta história, com entrevistas ao piloto e aos responsáveis por este estudo.
 
O estudo do pentágono sobre objectos voadores não identificados gerou alguma discussão e, tal como seria de esperar, algumas pessoas aproveitaram e recorreram às frases feitas, já muito gastas, e às perguntas do costume, por exemplo: “O que é que significa a sigla OVNI? Não se esqueçam! Não vamos agora saltar para nenhuma conclusão”. E repetem isto até à náusea, como se estivessem a dizer uma grande coisa, como se fosse algo muito racional e lógico, mas, na verdade, é preciso ser muito ingénuo, fanaticamente tendencioso, ou mesmo bastante desconhecedor e distraído para levar este tipo de discurso a sério.
 
É, portanto, a velha história do costume, o mesmo argumento sem sentido que desinforma (umas vezes propositadamente, outras vezes não) e, de facto, muita gente alinha nisto. Tenta-se criar aqui dúvidas sem sentido, uma delas é colocar a hipótese de que talvez estes objectos sejam produzidos por seres humanos. Trata-se de uma teoria descabida, fantasiosa, sem nexo, principalmente quando o comportamento apresentado por estes objectos desafia tudo o que sabemos até ao momento. Nós não temos capacidade nem conhecimento para criar estas naves. O comportamento destes objectos também não é novo e existe todo um registo histórico destas coisas, portanto nada nos faz supor que estes objectos tenham origem humana, porque eles já se manifestavam e se mostravam no passado quando a tecnologia humana era muito menos desenvolvida. Por isso todas estas brincadeiras que se fazem e estes argumentos que usam a sigla OVNI servem para convencer de que não existem evidências de que somos visitados por outras entidades e, para conseguir esse objectivo, essas pessoas acabam por fugir das questões importantes como por exemplo tentar explicar o comportamento, as manobras e as capacidades desses objectos que claramente estão muito além da nossa ciência e capacidades actuais, e isso leva-nos a uma conclusão apenas: não estamos sozinhos! 
 
Temos também pessoas que se apresentam como autoridades nesta matéria, apesar de nunca terem investigado isto seriamente, e só dizem disparates. E vem-me à memória um individuo muito popular, sempre com o mesmo risinho achincalhador e que não podia ter deixado de marcar presença na televisão para dar a sua opinião sobre este caso. Trata-se, a meu ver, de uma pessoa sobrevalorizada, é uma celebridade de programas sobre ciência, não gosto de citar nomes, mas toda a gente o conhece. É mais do mesmo, já estamos todos habituados.
 
Mas como podemos interpretar esta abertura por parte do pentágono? Algumas pessoas questionam: será estratégia? Preparam algo? Fingem que não existe informação mais aprofundada nem encobrimento? E pergunto eu: será um estudo genuíno (parece ser) mas simplesmente não traduz o real conhecimento produzido por todas as organizações? Haverá outros grupos que investigam e possuem informação relevante (com toda a certeza) mas não comunicam essa informação a outras organizações dentro do governo? Ou seja, dentro de um governo podem existir diferentes grupos com diferentes níveis de conhecimento e informação. Mas o reconhecimento de que estes objectos existem, a apresentação de um filme onde um desses objectos aparece e é registado através de câmaras e instrumentos especiais, tudo isto é melhor do que nada!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Por detrás da cortina

 
Quando falamos de aparições, normalmente pensamos naquela ideia digamos mais clássica, mais comum, que consiste numa imagem incorpórea, intangível, etérea, translúcida, acinzentada ou a preto e branco, quase como se fosse uma imagem radiográfica. Nalgumas observações são descritas cores e pormenores mais perceptíveis, mas noutras ocasiões a imagem é pouco definida. Vultos e silhuetas são também descritos. Portanto, estas são as ideias gerais que todos temos na cabeça. Mas, por mais estranho e improvável que possa parecer, também existe aquilo que alguns chamam de materialização, é algo tangível e indistinguível de uma pessoa de carne e osso.
 
Algumas vezes apresenta-se perante o observador a imagem de um corpo inteiro de uma pessoa ou até de outro ser. Outras vezes apenas metade de um corpo é visível, manifesta-se, portanto, de forma incompleta. O tempo da observação pode ser breve e a imagem esfuma-se rapidamente, desaparece após alguns segundos. Já noutros casos essa observação pode durar mais tempo. Outro aspecto também importante é saber se essa figura estabelece ou não interacção, manifestação, contacto com o observador e se existem outros fenómenos associados (aspecto já abordado neste blogue noutra publicação anterior). 
 
O estudo e a pesquisa destes fenómenos levam-nos à conclusão lógica de que são reais e não fruto da imaginação de alguém, principalmente quando existem múltiplas testemunhas e outro tipo de corroborações, tal como podemos constatar através da investigação disponibilizada neste link:
(Ver a partir do minuto 43:30. Recomenda-se ver com atenção porque existem vários pormenores que todos ligados dão-nos uma melhor compreensão).  
 
Se quisermos, podemos negar e desprezar estas coisas, e construir interpretações alternativas à nossa escolha, interpretações de cunho materialista, por exemplo. Contudo, isso não impede que haja determinadas experiências e testemunhos sobre este tipo de aparições e fenómenos. Também não impede que haja gente séria que investiga e fornece informação, dados relevantes que, na minha opinião, contrariam as teses mais materialistas e mostram-nos que a nossa percepção comum é incapaz de captar realidades que nos rodeiam.
 
Para além de outros aspectos comuns verificados nestas investigações, muitas vezes encontramos alterações do campo magnético que se fazem notar precisamente nos pontos onde as observações, sensações e fenómenos ocorrem.
 
Para finalizar, gostaria de dizer que um investigador (seja mais especializado, traquejado ou menos especializado e preparado), ou simplesmente no caso daqueles que buscam informação ou aqueles que buscam uma verdade qualquer, seja qual for o método que utilizem, devem-se guiar por critérios. A função de um investigador não está isenta de hipóteses pessoais ou mesmo convicções pessoais, desde que estas sejam fundamentadas ou sustentadas em argumentos plausíveis. Mas especialmente em determinadas circunstâncias e situações, deve-se ter alguns cuidados na forma de abordar certos casos e temas, no sentido de tentar ser o mais imparcial e rigoroso possível. Um certo nível de pensamento crítico tem de estar sempre presente, a reflexão não pode ser simplesmente abandonada, mesmo quando chegamos a um patamar onde uma determinada realidade parece ser verdadeira, por exemplo quando várias informações de proveniência diversa nos levam à mesma conclusão e parecem confirmar a existência dessa mesma realidade. Pode ser que, a partir daí, haja coisas que precisem de ser mais esmiuçadas… E seja do ponto de vista meramente teórico, filosófico, ou através de uma experiência directa das coisas, a passividade perante certos temas e realidades não tem de ser a norma e talvez seja conveniente explorar e questionar certas coisas. Fizemos o mesmo em relação à religião e à ciência, porque não fazer o mesmo em relação a outros temas e dinâmicas de domínio oculto? Assuntos não exclusivamente relacionados com o tema das aparições, mas principalmente acerca das dinâmicas profundas da existência e também sobre outros planos. Sobre isso falarei mais tarde de forma mais ou menos breve, provavelmente num texto/comentário que complementará um artigo principal já publicado.
   

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Dimensões

O que são dimensões?

Já por várias vezes usei aqui a palavra dimensão para me referir a outros planos de existência, aquilo que alguns chamam de planos astrais, espirituais, reinos, etc. Mas convém realçar que todas estas palavras não devem ser entendidas no seu sentido literal. Por exemplo, quando espiritualistas (para utilizar um termo que seja o mais abrangente possível) usam a palavra fluído torna-se necessário salientar que estes conceitos nada têm a ver com os conceitos das ciências naturais e, por isso, podem ser entendidos apenas como uma espécie de metáforas. De facto, o conceito de dimensão usado pelos físicos e matemáticos é diferente daquele que é usado pelo esoterismo. São apenas palavras digamos emprestadas mas que descrevem realidades distintas. A palestra abaixo aborda estas questões, que muitas vezes são motivo de confusão e conflitos entre a ciência e, por exemplo, o esoterismo. O palestrante mostra-nos também a sua perspectiva, entendimento e teoria sobre o Universo, a natureza da realidade e a origem das entidades denominadas de extraterrestres.

Nota: Existem algumas actualizações de novos comentários a alguns artigos. São textos que complementam e acrescentam mais informações e análises aos artigos principais. Prefiro fazer as coisas desta maneira, para evitar a criação de novos artigos que falam sempre sobre os mesmos temas. Por isso, quem estiver interessado, então pode rever e ler as novidades.
 
Queria também salientar que não pretendo agradar ninguém (nenhum grupo em particular), não tenho absolutamente nada a ganhar com as coisas que escrevo. O que eu escrevo (e publico) não é para o leitor acreditar, é para o leitor questionar, reflectir e verificar se tem ou não tem alguma base e sentido.
 


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Os outros e nós

Quem são os outros? Quem são essas outras entidades que se intrometem na nossa realidade? Quais são as suas agendas? O que têm a ganhar?

E nós?! Somos apenas meros peões num complexo e vasto jogo? Quem nos move? Somos realmente inteiramente donos e senhores das nossas vidas? Escolhemos e decidimos, ou alguém escolhe por nós? Quem escolhe? Quando é que escolhemos realmente alguma coisa?
Estas são algumas das questões levantadas no seguinte programa:

domingo, 4 de junho de 2017

Escola ou prisão?

De acordo com os relatos que nos chegam, nomeadamente no âmbito das EQM, a nossa existência neste planeta serve um propósito, tem um sentido (é importante salientar que a filosofia e a religião sempre tentaram responder à questão do sentido da vida). Portanto, neste contexto, é-nos dado um conjunto de informações que possuem semelhanças com algumas filosofias, doutrinas e tradições espirituais, nas quais o planeta Terra é visto como uma escola onde se aprendem importantes lições.
 
No entanto, como curiosidade, e tal como acontece com outros assuntos, também aqui há espaço para a conspiração, porque existe uma versão alternativa do factos (não estou a falar da versão materialista, ontologicamente falando). Essa versão alternativa diz que o planeta Terra é, afinal, uma prisão! Suponho que esta teoria foi inspirada no gnosticismo (e não só). Alguns chegam mesmo a usar conceitos e termos gnósticos.
 
Talvez, digo eu, não seja uma prisão para todos, ou então é uma prisão com mais regalias para uns do que para outros, e com direito a tortura. Mas há quem não concorde com esta teoria de que a Terra é um planeta prisão, apelidando-a de desinformação. Dizem que não existe qualquer hipótese de engano nem manipulação. Na internet podemos assistir a várias trocas de argumentos entre estas duas posições, tanto nos comentários aos vídeos como nos próprios vídeos.
Não pretendo destruir o optimismo nem a esperança de ninguém (isso seria contrário à intenção e lógica deste blogue), mas há coisas que são evidentes e essas ninguém pode negar: nesta realidade constatamos a existência de limitações e obstáculos e, em menor ou maior grau, existe uma dificuldade ou até mesmo impossibilidade de criar a nossa própria realidade; seja escola ou prisão, também podemos constatar que muitas pessoas abandonam esta vida num estado bem pior do que aquele em que entraram (interiormente, mentalmente, etc); não sabemos o que se esconde por detrás da cortina nem os propósitos das coisas, mas não raras vezes gera-se um sentimento de injustiça e indignação, principalmente quando vemos que a vida muitas vezes favorece e premeia indivíduos que aparentemente não merecem, a vida concede-lhes uma boa dose de liberdade que por sua vez permite-lhes fazer mais porcaria do que seria aceitável. Desta forma, parece que só uns precisam de levar com lições, enquanto outros aparentemente não têm nada a aprender, apesar do seu comportamento revelar o contrário; no fundo, escolas e prisões partilham muitos aspectos em comum, pelo menos nestas sociedades criadas pela espécie humana aqui na Terra.
 
Talvez não exista conspiração nenhuma e a verdade seja mesmo aquela que é contada pelas pessoas que experienciaram as EQM. Mas se houver conspiração, se realmente estivermos a ser manipulados e enganados por uma qualquer espécie de seres de natureza duvidosa, talvez nunca venhamos a saber ao certo, porque a ilusão pode ser perfeita ou quase perfeita (embora os preponentes desta teoria digam que existe sim uma forma de escapar). Da mesma forma que nós humanos, em determinadas situações, conseguimos enganar e manipular outras espécies de animais, satisfazendo-lhes uma série de necessidades e criando um conjunto de condições (nem que seja por breves momentos). Embora, na minha opinião, os animais não são assim tão idiotas como algumas pessoas pensam, e provas não faltam por aí.
 
Depois de alguma reflexão, estou mais inclinado para a versão das EQM que vê estas experiências como sendo genuínas e sem embustes de qualquer género, porque parece ser mais verossímil. No entanto, devo dizer que não estou totalmente satisfeito.
Esta versão (sem conspiração) parece ser a verdadeira. A informação disponibilizada faz um certo sentido sim, é verdade que explica muita coisa, para além de confirmar aquilo que dizem certas filosofias, tradições e outro tipo de experiências dentro deste âmbito. Mas será que faz total sentido? Não, confesso que não! Do meu ponto de vista, não faz total sentido porque, assim como tantas outras pessoas, custa-me aceitar muitas coisas… Para além disso, existem também certos aspectos que não estão totalmente claros. Contudo, as dúvidas e dificuldades na compreensão de certas dinâmicas são perfeitamente naturais, tendo em conta todas as limitações inerentes a esta minha condição e ponto de vista, somado ao facto de, em muitos casos de EQM, aquelas pessoas não terem tido acesso a toda a informação (algumas também referem que não conseguem neste momento ter acesso a toda a informação, em termos de memória).   
 
 
Nota: Para quem estiver interessado, existem vários vídeos na internet (não só em inglês) onde se expõe o assunto, com opiniões e diferentes versões da mesma teoria. E, claro, não esquecer as caixas de comentários desses vídeos porque é sempre interessante ver: os argumentos a favor desta teoria; os desabafos e as histórias de vida de uns e de outros (embora este aspecto não apareça nos comentários de todos os vídeos); e também a contra-argumentação, o lado daqueles que não concordam com esta teoria.   

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O fenómeno de Fátima: uma abordagem multidisciplinar

Este ano celebrou-se o centenário das aparições de Fátima. O seguinte documentário analisa o fenómeno de Fátima sob várias perspectivas. (em certos momentos o áudio não é o melhor mas vale a pena ver)
 



A propósito do centenário, é interessante verificar que existem pessoas que têm uma predileção especial para menosprezar, criticar e até ridicularizar* certos temas comummente designados de paranormais. Alguns também são muito zelosos no seu papel de detractores de tudo aquilo que não faz parte de um certo pensamento dominante, e por vezes escrevem artigos em revistas e jornais, para além de já terem marcado presença em programas televisivos, embora não muito frequentemente. Depois também temos assíduos comentadores televisivos (jornalistas e não jornalistas) cujas opiniões pululam por aí e estes nunca se inibem de ”desancar” quando aparece algum assunto que foge a uma certa normalidade nas mais variadas áreas, são os defensores do status quo. Posso até estar enganado mas, curiosamente, não vi nenhum tipo de manifestação e crítica em relação a Fátima! Algumas destas pessoas ficaram caladas e abstiveram-se de fazer qualquer crítica sobre Fátima, decidiram ser politicamente correctos e optaram por respeitar a fé dos outros (não é má ideia), talvez pelo peso e importância de Fátima e da religião católica e também devido à importância da vinda do Papa a Portugal. De repente a coerência desaparece e abstêm-se de fazer uma crítica que seria perfeitamente natural, no contexto da sua posição filosófica. Ou seja, ao seguirmos a mesma linha de pensamento, teremos de obrigatoriamente considerar absurdo, cómico até, e irracional tudo o que está relacionado com Fátima, teremos de não só criticar a versão oficial dos acontecimentos mas também considerar um total absurdo tudo que rodeia Fátima. Na perspectiva destes autênticos paladinos, é sempre importante: trazer racionalidade para a sociedade, tentar educar as pessoas dentro da ciência (a tal que dizem não ter dogmas), destruir toda a pseudociência (só quando lhes convém e nas áreas desejadas) e combater a superstição e o preconceito. Por isso não faz sentido este silêncio por parte de alguns destes cavalheiros, mas pelos vistos eles especializaram-se apenas em determinados temas…
De igual forma, também não faz sentido alguém ser católico, aceitar as aparições de Fátima, e depois condenar e não aceitar outras aparições semelhantes, rejeitando também outros fenómenos paranormais, para além de condenarem outros tópicos polémicos… Haja coerência também aqui!
Por outro lado, em relação àqueles que abertamente criticam Fátima e têm digamos a coragem e a franqueza de falar o que pensam, devo dizer que querer deitar no lixo todo o fenómeno de Fátima (assim como outros fenómenos) é, do meu ponto de vista, um erro e uma ingenuidade. Podemos reflectir sobre muita coisa e criticar a versão oficial, podemos até criticar algumas dinâmicas e aspectos que sucedem ali actualmente. Contudo, devemos sempre abordar o assunto com seriedade e honestidade suficiente porque temos perante nós a oportunidade de explorar não só a mente humana mas também outros aspectos, possibilidades e até hipóteses. Neste sentido, torna-se essencial olhar Fátima (e não só) para além da religião (e seus dogmas) e reconhecer que também existem benefícios (talvez não para todos, mas para muitos). E, principalmente, independentemente da interpretação, não podemos negar que algo aconteceu ali no início do século passado!
 
*Neste aspecto, a ridicularização pode trazer uma consequência automática: a inibição! Isso leva a que muitas pessoas se inibam e não apresentem o seu testemunho quando o consideram relevante, ou então pensarão duas vezes antes de contarem as suas experiências. Por isso é sempre importante haver associações, grupos de pesquisa, investigadores sérios e de bom senso, e jornalistas especializados neste temas (jornalistas é coisa rara de se ver nos meios convencionais) para que estes testemunhos possam ser de certa forma protegidos e compreendidos.
 
Para além disso, não menos curioso é o facto de haver duas posições aparentemente incongruentes (em geral, não apenas no que diz respeito a estes temas): a sociedade (ou pelo menos uma parte dela) não aceita e publicamente censura determinadas abordagens e comentários, sabemos inclusivamente que legalmente pode haver consequências para quem agredir, ofender, difamar e tentar humilhar os outros, e às vezes verificamos até um certo extremismo politicamente correcto que é manifestado quando se toca nalguns tópicos; Por outro lado, por vezes assistimos a uma completa aceitação de abordagens e comentários com características semelhantes a, por exemplo, certas formas de bullying, e a defesa desses comentários é ainda mais notória quando certos indivíduos não nutrem qualquer interesse pelo assunto ou quando são até extremamente críticos em relação aos temas em questão.   
 
Portanto, às vezes basta alguma coisa ser dita por um humorista, ou vir protegida pela capa de um simples programa humorístico, e aquilo que noutro contexto poderia ser criticável, condenável e censurável torna-se milagrosamente mais aceitável, e depois alguns usam todo o tipo de argumentos à disposição para convencer os outros de que afinal não há nenhum problema porque isto é apenas humor, nada mais! Claro que programas de humor são sempre bem-vindos, cada caso é um caso, diferentes pessoas podem ter diferentes opiniões, a análise e o impacto depende de muita coisa, mas a verdade é que as consequências podem ser igualmente más, ou até piores, para aqueles que são alvos de troça num contexto de um programa de humor e afins.   
 
E o mais diria cómico é quando vemos que determinados humoristas deixam sempre certos temas e grupos intactos (ou então são mais brandos com estes), as piadas são selectivas ou debruçam-se mais sobre certos assuntos deixando outros de fora. Uma das ditas funções do humorista é a crítica social, a qual deveria ser inteligente e totalmente abrangente, contudo parece-me óbvio que de repente tudo ganha contornos estranhos e tendenciosos…Mas não precisamos de humoristas para nada porque um simples comentador, uma simples reportagem ou uma simples entrevista pode, por exemplo, dar cabo da reputação de muita gente (e já deu).
 
 
Dito isto, viva a liberdade de expressão, sou todo a favor do humor, e gosto sempre de recordar aquele ditado suponho que brasileiro: “pimenta no traseiro do outro para mim é refresco”…

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Um enigma por resolver!


Não tenho especial interesse por este tipo de temas e assuntos, mas confesso que existem elementos bastante estranhos em toda esta história apresentada nos vídeos e documentários abaixo. Houve uma campanha de descrédito contra Portugal, uma tentativa de denegrir a imagem do país (acredito que não teve qualquer consequência pelo menos em termos de turismo porque os números falam por si), lançando mentiras, no sentido de tentar limpar a imagem dos cidadãos estrangeiros envolvidos, segundo dizem alguns, e dessa forma, protegendo também a imagem do país de origem dessas pessoas.

Mas terão sido simples lógicas patrioteiras? Ou será que existem outras razões por detrás dessa aparente tentativa de encobrimento? Quem esteve realmente envolvido nesse encobrimento? Dez anos depois, o enigma e a polémica continuam. Podemos dizer que este desaparecimento é não só um dos mais misteriosos ocorridos em Portugal mas também seguramente está presente na lista dos casos mais famosos e mediáticos a nível mundial no que diz respeito ao âmbito da investigação policial, criminologia e afins.

Este caso é bem ilustrativo das dinâmicas e esquemas para os quais chamei a atenção e critiquei em anteriores artigos e comentários aqui publicados. Exemplifica na perfeição certas abordagens e comportamentos dos media.

Embora este caso não esteja relacionado com os media portugueses, a verdade é que comportamentos semelhantes podem ser encontrados também aqui (embora de forma talvez menos agressiva do que noutros países). Ainda muito recentemente, pude identificar aqui nalguns meios de comunicação nacionais tentativas de manipulação da opinião pública (com sucesso, de uma forma geral) lançando informação incompleta e numa primeira fase divulgando informações incorrectas. Mesmo que tenha sido com boas intenções, porque se tratava de um problema relacionado com a saúde pública e isso gerou um certo alarme, penso que a comunicação social deveria ter mais cuidado e ser menos tendenciosa. Outras coisas puderam também ser confirmadas…

 








domingo, 2 de abril de 2017

Realidades paralelas

Este programa apresenta-nos uma investigação multidisciplinar com resultados importantes que, na minha opinião, não deveriam deixar ninguém indiferente. É, portanto, um exemplo a seguir, principalmente porque todo o processo de investigação foi filmado e os resultados são partilhados com o público, estimulando assim uma reflexão sobre estes fenómenos.
 
Para além de um certo rigor e cuidado na forma de conduzir a investigação (o que é sempre importante), são revelados aspectos interessantes e existem algumas corroborações. Por isso recomendo ver com atenção.
 
É também importante salientar que algumas características repetem-se e são comuns neste tipo de fenómenos, tal como podemos verificar através de outras investigações que foram realizadas dentro de um modelo semelhante.
 
(No link abaixo, ver a partir do minuto 24)
 
 
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Documentos da CIA: repercussões justas?

A CIA disponibilizou recentemente documentos através da Internet e, entre os milhões de páginas, foi dado especial destaque a alguns temas que já foram abordados neste blogue: Investigações acerca do EVP (Electronic Voice Phenomena); 70% de acerto em experiências sobre visão remota; casos de poltergeist; incidentes com ovnis; tácticas de desinformação e outro tipo de assuntos.
Estamos perante uma situação que nos permite pensar em duas hipóteses, só existem duas explicações para o que vimos: podemos acreditar que a CIA inventou tudo isto ( na minha opinião, não faz sentido); ou então tudo realmente aconteceu (o que bate certo, principalmente quando sabemos que existem mais dados, informações e estudos que corroboram a existência destes fenómenos).
Será que a CIA, assim como outros serviços secretos e militares de outros países que também investigaram estas coisas, dar-se-ia ao trabalho de gastar tempo e recursos para estudar e testar estes temas se realmente não houvesse razões e tudo não passasse de uma treta?
Na verdade, trata-se de migalhas, como alguém dizia, mas certas informações já seriam expectáveis.
Em vários países, a notícia foi passada nalguns meios de comunicação social mais, digamos, convencionais mas, na maioria desses meios, a notícia terá tido o impacto merecido? Fica a questão! Houve algum tipo de debate sério? Por exemplo, a comunidade científica, assim como outras organizações e grupos não disseram nada?
Dá-me a sensação de que os media, em geral, pouco ou nada debateram sobre isto, pelo menos não vi muito enfoque no assunto, é irrelevante segundo a perspectiva deles, uma simples curiosidade. Do meu ponto de vista, isto é incompreensível! Não houve nem direito a um pequeno debate, pelo menos não encontrei nada aqui nos canais nacionais, apenas breves notícias em jornais on-line, mas de resto nada de muito relevante. Em termos internacionais, salvo algumas excepções, posso até estar enganado, mas do pouco que pesquisei, também não vi grande debate sobre este assunto, preferem insistir sempre no mesmo do costume.
No panorama nacional, é certo que já têm aparecido algumas reportagens dedicadas a este tipo de temas, por exemplo existem algumas reportagens e programas nacionais ( podem ser encontrados na internet) que não estão todos publicados neste blogue porque apenas coloquei aqueles vídeos que me pareceram mais relevantes e menos repetitivos, mas penso que continua a haver um certo vazio em relação a estes assuntos.
 
É verdade que ainda existem algumas excepções aqui e ali, principalmente para quem tem acesso a muitos canais, já para não falar das alternativas que a Internet nos proporciona e isso tem sido, na minha opinião, uma verdadeira bênção, apesar de ser muitas vezes crucial separar o trigo do joio nesta grande rede. Contudo, vejo por aí muitos canais que desperdiçam demasiado tempo em certas áreas que, como é evidente, também têm o seu lugar e são desejadas pelo público, mas há por vezes um excesso de programas, uma insistência repetitiva nos mesmos temas e assuntos, sempre nas mesmas áreas, por isso acho que deveriam conceder algum tempo e espaço para outro tipo de conteúdos.
No que diz respeito a certos meios de informação, a manipulação (quando acontece), a instrumentalização de certas ocorrências para alimentar e reforçar certas ideias, tentando puxar certas agendas para a frente, interferindo na sociedade a diversos níveis e, nesse sentido, basta usar as televisões, assim como outros meios, para ir aos poucos doutrinando o público. Existem sempre aproveitamentos e meias verdades que são deitadas para o ar todo o santo tempo, algumas colam, outras não colam porque já são mais difíceis de absorver na totalidade. Claro que as interpretações não são sempre unanimes e as doutrinas não são sempre más, mas é preciso estar atento, convém! E neste sentido, a Internet, tal como referi anteriormente, pode ser uma verdadeira bênção!
 
Programa com debate (no inicio do programa):

 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sinais de Alerta

 
O link abaixo é sobre a teoria das Egrégoras.
 
Mas, independentemente de existirem ou não egrégoras, a parte mais interessante do texto é uma lista que permite identificar os comportamentos digamos menos positivos de certos grupos, neste caso específico estamos a falar de grupos dentro do âmbito do espiritualismo (para usar um termo que seja o mais abrangente possível). São uma espécie de sinais de alerta. É possível que nem toda a gente concorde com alguns pontos da lista, existem coisas que podem ser discutíveis, mas alguns aspectos são já bastante conhecidos e estão relacionados com a força que determinados grupos e seitas exercem sobre o individuo e o poder e controlo que certos mestres e líderes exercem na vida dos seus seguidores.
É evidente que a influência menos positiva de um grupo (ou mesmo uma instituição ou organização) não acontece somente no âmbito espiritual religioso, mas também se verifica no âmbito politico, ideológico, etc.  
Claro que, por exemplo, nem tudo o que é dissidente e divergente é necessariamente negativo, é preciso deixar isso bem claro! Para além disso, grandes instituições também exercem influência sobre os indivíduos, embora haja algumas diferenças em relação a grupos e organizações mais pequenas.
 
 

sábado, 11 de fevereiro de 2017

A Hipocrisia dos media e as desigualdades que ninguém conta!

Grande parte das televisões, rádios, jornais, revistas e afins, no que diz respeito a certos assuntos, mais não fazem do que formatar a cabeça deste imenso rebanho que somos todos nós. Sabemos que existem excepções, mas muitos não são isentos, alguns têm mentalidade de autênticos borregos, às vezes geram constantemente maus sentimentos nas pessoas, também geram a discórdia (com ou sem conspiração por detrás, com ou sem influência do denominado “sistema”), alguns são ideológicos enquanto outros são vingativos. Este é um assunto que dava pano para mangas. Neste momento torna-se sempre difícil tocar em certos assuntos sem que haja a tentação de alguém nos acusar de ser “Trumpistas” (não sou), misóginos ou outro disparate do género, quando alguém nos tenta classificar numa categoria qualquer, mas isso é um problema deles e não meu.

Na verdade e indo directamente ao assunto, aquilo que às vezes me parece é que está em marcha uma guerra contra os homens (às vezes defendida e apoiada pelos próprios homens), vejamos por exemplo a lei que recentemente foi aprovada na França e, à semelhança de outros países, evocando falsos argumentos, penaliza os clientes das denominadas trabalhadoras do sexo. Não sabemos se isto é só uma lei como outras que andam por aí, só para inglês ver, como se costuma dizer. Mas certo é que, alegando argumentos que não me convencem, decidiram aprovar a referida lei. É uma espécie de “lei seca “mas que só penaliza o cliente. Isto não tem pés nem cabeça, é um total absurdo e, do meu ponto de vista, isto tem por base somente motivos ideológicos, nada mais.
Caro leitor, pouco importa a minha moral ou a sua (religiosa ou não), o que está aqui em causa são direitos e liberdades!  Também existe muita coisa com a qual não concordo nem aprovo mas isso não me dá o direito de partir para proibicionismos e também não ando por aí a erguer certo tipo de bandeiras no sentido de convencer as pessoas a comportarem-se conforme o meu gosto, principalmente assuntos da esfera privada e pessoal. Simples e claro, não tem como haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Mas existe mais um exemplo que, não sendo o único, contraria toda uma narrativa (palavra agora muito em voga) feminista alimentada pelos media convencionalistas, a chamada mainstream media. Neste caso particular, falamos dos direitos reprodutivos que privilegiam e favorecem claramente as mulheres e discriminam totalmente os homens. É uma clara injustiça que merece análise e exige uma mudança das leis. Concordo com aquilo que diz o juiz Jorge Martins Ribeiro neste artigo:
Simples e claro, não tem como haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Nota: Na leitura dos muitos artigos publicados neste blogue, não se esqueça de dar uma espreitadela nas caixas de comentários porque por vezes deixo lá ficar textos que complementam os artigos principais e também existem alguns diálogos interessantes. Por isso não se esqueça, não perca, acho que vai gostar (ou não). De qualquer modo, o blogue foi elaborado para tocar em temas que ninguém quer falar e para apresentar conteúdos alternativos, sempre com regras e respeito (aqui não haverá espaço para certo tipo de comentários) mas sempre sem ditaduras de censuras e sem politicamente correctos da minha parte, pois aqui não há nada disso. E também não existe protagonismo da minha parte, isso é o que menos importa neste contexto. Sem nunca esquecer que quantidade não significa qualidade…