E porque existem muitas realidades dentro da realidade e outras possibilidades dentro das impossibilidades, surge este espaço dedicado a todos aqueles que gostam de divagar por aí ( sempre sem perder de vista o chão ) e aos outros que simplesmente têm curiosidade.
Um espaço aberto a todos os amantes do mistério, viciados em utopias, filosofeiros da vida, buscadores de algo e poetas à solta. Os mais curiosos também podem entrar e talvez também deixem ficar a sua opinião.
Este é o primeiro de uma série de seis episódios sobre o fenómeno OVNI. Caso
ainda não conheça, sugiro que o leitor veja todos os seis episódios deste
documentário e não apenas aquele que está publicado no final deste artigo. É, a
meu ver, importante não só porque ajuda-nos a entender o passado, mas também
oferece informação sobre os acontecimentos mais recentes, e são principalmente
esses que devem ser o foco da nossa atenção neste momento, devido à sua
relevância.
Havia muita coisa a dizer e a comentar sobre o conteúdo desta série,
existe aqui muita informação interessante, mas, para não me alongar demasiado,
gostaria de realçar um aspecto: o estigma que ainda está associado ao fenómeno
OVNI dá sinais de poder ser superado e, na minha opinião, será cada vez mais.
Aliás, estigma e preconceitos também podem estar presentes noutros temas
relacionados com o mistério e o chamado paranormal.
Tendemos a pensar que a imaginação manifestada pelos criadores de ficção
científica, todos os cenários, histórias, conceitos, tecnologia e personagens,
tudo isso é inventado do nada, imaginado e criado na mente, não tendo lugar em
nenhuma realidade. Porém, a verdade pode ser outra e completamente diferente
das nossas suposições. De forma semelhante, há quem pense que todas as fantasias,
mitos (palavra muita na moda) e histórias sobrenaturais são inventadas, não se
baseiam nem têm lugar em nenhuma realidade.
Tendemos a pensar que o fenómeno OVNI é um tópico completamente distinto
e sem nenhum tipo de relação com a consciência e o denominado sobrenatural. E
se a verdade for outra?
Neste momento, se tiver alguma coisa a dizer, sinto que, para além dos
assuntos ligados à consciência, abordar este tipo de temas (sem conflitos) é
muito mais importante do que discutir questões políticas e económicas porque
estas estão sempre carregadas de complexidade ( uma complexidade diferente) e
também porque já não tenho propriamente a mesma perspectiva em relação a coisas
que escrevi, teria colocado algumas ideias de forma diferente, ou então teria
deixado esses assuntos completamente de lado. Não podemos ficar cristalizados.
Confesso que não dei importância suficiente a alguns aspectos que são
essenciais, tudo o resto parece ser secundário.
Há quem tenha a ideia, convicção,
ou mesmo a crença (como preferirem) de que a nossa sociedade (claro que depois
isto pode variar de país para país) progride sempre, evolui no correcto e
melhor sentido. Mas, com toda a franqueza, considero que, no que diz respeito a
certos assuntos, constato, entre outras coisas, um esvaziamento progressivo do
bom senso (situação que pode ser sempre reversível), e cada vez mais seguidismo
no que concerne a certos aspectos das nossas sociedades. Situação que me levou
a repensar e a mudar algumas posições e opiniões pessoais…. Há também muita
gente que partilha de opiniões dissidentes, felizmente, e provavelmente em
número maior do que se possa imaginar… Todos nascemos na mesma realidade, mas,
não raras vezes, dá quase a sensação de que habitamos em distintos universos
paralelos.
Isto de certa forma também está
relacionado com o assunto dos vídeos publicados abaixo, porque, tal como
acontece em relação a outras questões sociais e aspectos culturais, também existe
a ideia de que a ciência (refiro-me obviamente mais ao caso das ciências
naturais) evolui sempre, sem excepção, para patamares cada vez mais perfeitos.
Mas será que a ciência evoluiu sempre em direcção a patamares e verdades mais
perfeitas do que as ideias e crenças anteriores? Lanço a questão!
Não nego o valor da ciência (nem
poderia negar), mas é um facto que a ciência, no passado (longínquo e também
mais recente), já se enganou muitas vezes, e hoje continua a estar
completamente enganada em relação a muita coisa! Também podemos constatar que a
ciência (permeada pelo materialismo) resiste a mudanças, mesmo quando estas são
justificadas ou pertinentes.
Uma entrevista com um conhecido
historiador e autor, membro do CTEC (centro transdisciplinar de estudos da
consciência, sediado na Universidade Fernando Pessoa, e também dedicado ao
estudo do fenómeno ovni), e que muito tem contribuído para a investigação,
estudo, divulgação, respeito e valorização deste tema em Portugal. Nesta
entrevista, o autor responde a várias perguntas e apresenta o seu novo livro: “Ficheiros
Secretos à Portuguesa”.
Queria apenas deixar algumas
notas e opiniões sobre o conteúdo do programa:
Este livro não tenta realizar
qualquer tipo de interpretação sobre o que poderá estar por detrás do fenómeno.
Por isso, não tenta especular sobre a sua natureza ou origem do mesmo, não tira
qualquer tipo de conclusão ou conclusões, e também não expõe qualquer tipo de
crença pessoal. A função deste livro não se destina a analisar esse tipo de
questões, e isso é compreensível. No entanto, neste ponto e sobre o tema em
geral, penso que é perfeitamente possível e aceitável desenvolver não uma
crença pessoal (porque simplesmente sai fora deste contexto), mas sim uma
convicção alicerçada e bem fundamentada. A crença pessoal, segundo o
dicionário, é uma convicção profunda que não é baseada numa análise racional,
etc. Mas o facto de determinada convicção surgir de uma forma que entendemos
como não racional, não quer necessariamente dizer que essa crença está errada
ou que deve ser negligenciável, por isso não tenho qualquer preconceito em
relação a esse lado.Tal como o autor
refere, podem existir várias interpretações e explicações sobre o fenómeno
ovni, ou até, se quisermos, várias origens. Eu já escrevi sobre isso
anteriormente, por isso não vou expor aqui novamente a minha convicção em
relação a este assunto.
É sempre louvável e bem-vinda uma
divulgação séria sobre o tema (isso tem vindo a dar os seus frutos) no sentido
de dar alguma credibilidade, coisa que o entrevistado sempre tentou fazer. Mas,
do meu ponto de vista, tendo em conta o forte preconceito, a ridicularização e
o desdém que sempre existiu sobre este e outros temas semelhantes, talvez este
estilo de programa não seja, a meu ver, o mais conveniente e apropriado para
tratar destes assuntos. É muito grave? Não! Mas acho que devemos pensar em
tudo, de forma a prevenir eventuais situações e consequências, no sentido de
poupar o tema porque este já tem sido suficientemente atacado e maltratado. Por
exemplo, apresentar o tema de forma jocosa e leviana não contribui muito para
conservar aquele progresso que já foi obtido em relação à credibilidade e
respeito. Eu próprio já usei um pouco de humor aqui no blogue, de forma
moderada, mas usei-o de uma maneira que não tem o potencial de prejudicar
minimamente estas temáticas, para além disso este contexto é completamente
diferente e toda a gente sabe qual é, de facto, o objectivo deste blogue, isso
desde muito cedo ficou sempre bem claro. Portanto, o sentido de humor tem o seu
lugar, mas a participação em programas de humor, na minha opinião, deve ser
sempre ponderada. Nada contra o programa em si (este que está no link abaixo),
e a participação dos ouvintes é uma boa opção para qualquer tipo de programa,
mas simplesmente se eu tivesse de escolher, escolheria outro género.
Dentro deste âmbito, devido à sua
natureza, há muita coisa a gravitar à volta disto, muitas teorias e, na minha
opinião, existem sobretudo algumas conspirações sem qualquer base e nesse aspecto
estou de acordo com o entrevistado. Há muita gente a falar e a dizer muita
coisa e obviamente nem tudo é verdade.
Também é importante dizer que a
palavra ciência significa conhecimento, apenas isso! E depois, a partir daí,
encontramos vários tipos de ciências, e qual delas é a melhor? Depende! Por
exemplo, o cientismo adora passar a ideia de que tudo o que as ciências
naturais nos dizem é claro, óbvio, absoluto, constituído por verdades perfeitas
e tudo é transparente, só que, na realidade, existem também aqui muitas áreas
cinzentas e coisas que não são assim tão claras… Eu anteriormente já tinha
comentado sobre este assunto, mas seria interessante ouvir o que diz Stanton
Friedman acerca deste tema (ver a partir do minuto 33, vídeo no final deste artigo).
Outro aspecto, é a ideia de que a
investigação só pode e deveria ser realizada dentro de universidades e afins (ou
deve ser constituída apenas por pessoas com um determinado currículo e títulos),
porque somente desta forma ganha credibilidade (isto não é dito de forma explícita,
mas eu interpreto desta maneira, é a ideia que, de certa forma, passa). Não
concordo muito com este ponto, embora eu também reconheça que existe muita
gente que se diz investigador ou tem pretensões a investigador e claramente não
está preparada para tal. Estou à vontade para falar porque nunca fui investigador
no terreno, etc, no máximo sou apenas um divulgador e gosto de analisar e
reflectir sobre estes temas, com total liberdade. Também já falei sobre este
assunto numa publicação anterior por isso não vou repetir a minha opinião.
Extra:Ainda um vídeo com uma entrevista, sobre o
pentágono e os ovnis. Penso que vale a pena ver. De uma vez por todas, penso
que é necessário olhar para este assunto com mais seriedade, ganhar consciência
de que isto tem, de facto, importância. É necessário, cada vez mais, encontrar
argumentos para calar a boca de muita gente, e digo isto de uma forma um pouco
mais agressiva porque algumas pessoas (e grupos), com o seu comportamento, não demonstram
respeito por ninguém, e só têm servido para atrasar todo este processo de consciencialização
e entendimento do fenómeno.
Portugal, “Portugral”, porto do
graal (ou talvez não). Pode ser que o Indiana Jones, e tantos outros
entusiastas dos templários na vida real, tenham andado durante muito tempo a
procurar no lugar errado, é apenas uma hipótese que me surge.
Do meu ponto de vista, em termos
internacionais, a história dos templários em Portugal (assim como tantos outros
aspectos positivos da nossa História, embora muita gente só queira ver o
negativo porque talvez lhes convenha de alguma maneira) tem sido fortemente
negligenciada de forma quase inexplicável, mas as coisas têm vindo a mudar nos
últimos anos. O que não quer dizer que todos andaram a dormir no passado não
muito longínquo, porque sei que alguns (fora de Portugal) sempre estiveram
atentos e já vieram cá algumas vezes para filmar e discutir sobre o assunto.
Apresento aqui mais um
documentário sobre os famosos cavaleiros templários e a sua relação com
Portugal. Não é uma produção nacional nem ibérica, e isso é positivo, aliás já
não é a primeira vez que isto acontece, porque nos últimos anos já houve outros
documentários produzidos fora de Portugal.
Pontos a reter: (sem
nacionalismos exacerbados da minha parte)
- Os templários foram
fundamentais na formação de Portugal como reino independente, aliás, embora eu
não seja historiador, arrisco-me a dizer que Portugal dificilmente existiria
sem a ajuda e influência dos templários. Portugal, se não me engano, é o país
da europa com as fronteiras mais antigas. Há até quem afirme que Portugal foi
inicialmente uma invenção dos templários e que tinha um propósito como nação,
ou seja, existia um projecto ou um conjunto de ideias por detrás da criação do
reino;
-Em determinado momento do
documentário, foi dito que Portugal (inicialmente um condado) tornou-se
independente do reino espanhol, ou de Espanha. Ora eu penso que existe aqui uma
incorrecção porque, na verdade, a Espanha não existia nessa época, tendo sido
formada muito mais tarde. O reino de Portugal é mais antigo! Reino de Leão não
é a mesma coisa que reino de Espanha. E mais tarde, durante a união ibérica, é
preciso salientar que Portugal nunca pertenceu à Espanha, apenas partilhava o
mesmo rei. É que a palavra união não significa aquilo que muitas pessoas
pensam… Portugal nunca deixou de ser Portugal nem perdeu autonomia. Depois
deu-se a chamada restauração da independência porque, do lado espanhol, durante
o reinado de Filipe III, quiseram rasgar e não respeitar o acordo que tinha
sido feito com os portugueses. Por isso essa história de que Portugal foi da
Espanha (De que Espanha estamos a falar? O que é que isso significa?) é pura
fantasia;
- D. Afonso Henriques foi educado
pelos templários (segundo o documentário) e Bernardo de Claraval (seu parente)
teve um papel importante durante o processo de independência;
- O selo de D. Afonso Henriques e
a sua leitura (talvez arriscada, não sei);
- A criação da Ordem de Cristo
pode ser encarada como uma refundação da Ordem do Templo;
- Tomar, a sede da Ordem em
Portugal; o pentagrama; os túneis; as relíquias, os conhecimentos, os mapas (especulação);
os segredos e os objectivos da Ordem;
-A expansão marítima que foi
pioneira e teve um impacto na História Mundial;
-Os rituais de iniciação que
teriam sido copiados dos essénios, um ritual de ressurreição no qual são
criadas condições para que ocorra uma experiência fora do corpo, exactamente
como acontece no fenómeno que hoje chamamos de EQM, com todas as mudanças
interiores que essas experiências acarretam.
No contexto da regressão de
memória, com recurso à hipnose (portanto, ao contrário de outros casos, aqui
não existe uma lembrança ou acesso espontâneo a memórias que estavam guardadas
e vedadas até àquele momento), muitas vezes aparecem as tão badaladas memórias
de vidas passadas. Mas, quer sejam regressões a vidas passadas ou simplesmente
lembranças de acontecimentos recalcados desta vida presente, há quem afirme que
este processo pode gerar memórias falsas.
No caso das memórias de vidas
passadas, e apesar de hoje a hipnose ser vista com outros olhos, parece-me
evidente que essa ideia não cai bem e por isso existe uma certa aversão e
rejeição por parte de certas pessoas, pelas razões que todos já conhecemos.
Contudo, sejam acontecimentos de
vidas passadas ou desta vida presente, devo dizer que não descarto totalmente a
possibilidade de ocorrerem falsas memórias, principalmente se houver uma
abordagem errada, irresponsável, ou pouco ética, por parte da pessoa que está a
conduzir essa regressão (antes, durante e depois). Aliás, há estudos e casos
que mostram que as falsas memórias são possíveis, com ou sem recurso à hipnose.
Para ser sincero, nunca me debrucei muito sobre esses estudos e casos em
particular, por isso não posso opinar muito sobre o assunto, apenas deixo a
informação. Recordo-me apenas de ter lido que houve casos de falsas memórias
durante o chamado “pânico satânico” ocorrido nos Estados Unidos, na década de
80 do século passado.
Quando falamos de memórias de
acontecimentos traumáticos nesta vida presente, embora isso à partida possa ser
difícil, em certos casos ainda é possível verificar e investigar se realmente
aconteceu, ou qual a probabilidade de ter acontecido.
É, de facto, um tema polémico e
complexo, ainda mais quando falamos de vidas passadas. Mas, neste caso em
particular, como podemos saber se determinada memória é realmente verdadeira?
Eu poderia talvez juntar todo um
conjunto de informações (de proveniência diversa) que aponta para a existência
de vidas passadas, no sentido de dar força a essa ideia. Poderia também dizer
que, depois de uma regressão, existem casos de pessoas que experienciam uma resolução
ou alívio dos seus problemas pessoais, uma transformação interior, ou até mesmo
uma cura de alguma doença física. No entanto, nada disto serve para corroborar determinadas
informações e acontecimentos, histórias, pormenores fornecidos neste caso por
aquela pessoa submetida à regressão. Ou seja, devemos colocar duas questões
importantes:
Será que é possível confirmar a
informação que extraímos da regressão?
E se conseguirmos confirmar essa
informação, qual a plausibilidade daquela pessoa ter tido conhecimento de
certos pormenores específicos através de meios digamos normais?
Em baixo, dois programas que tentam
responder a estas questões, mas existem mais desse género.
Deixo aqui ficar apenas uma parte
de cada programa, as restantes partes podem ser facilmente encontradas.
Nota: Mais uma vez, volto a
lembrar que existem comentários que acrescentam mais informações, reflexões e
análises aos artigos principais. E, por exemplo, alguns vídeos
mais antigos deixaram de funcionar, mas se o leitor tiver muita curiosidade e
interesse, pode enviar-me um comentário com pergunta e, se eu me recordar do vídeo,
responderei e darei o nome do documentário, ou programa, e posso também sugerir
outra forma de encontrá-lo.
Há um estudo e investigação realizada
pelo pentágono e que recentemente foi noticia nos media. Existem alguns vídeos
e artigos na internet, por isso quem quiser pode facilmente procurar informação
com os detalhes desta história, com entrevistas ao piloto e aos responsáveis
por este estudo.
O estudo do pentágono sobre
objectos voadores não identificados gerou alguma discussão e, tal como seria de
esperar, algumas pessoas aproveitaram e recorreram às frases feitas, já muito
gastas, e às perguntas do costume, por exemplo: “O que é que significa a sigla
OVNI? Não se esqueçam! Não vamos agora saltar para nenhuma conclusão”. E
repetem isto até à náusea, como se estivessem a dizer uma grande coisa, como se
fosse algo muito racional e lógico, mas, na verdade, é preciso ser muito
ingénuo, fanaticamente tendencioso, ou mesmo bastante desconhecedor e distraído
para levar este tipo de discurso a sério.
É, portanto, a velha história do
costume, o mesmo argumento sem sentido que desinforma (umas vezes
propositadamente, outras vezes não) e, de facto, muita gente alinha nisto. Tenta-se
criar aqui dúvidas sem sentido, uma delas é colocar a hipótese de que talvez
estes objectos sejam produzidos por seres humanos. Trata-se de uma teoria
descabida, fantasiosa, sem nexo, principalmente quando o comportamento
apresentado por estes objectos desafia tudo o que sabemos até ao momento. Nós
não temos capacidade nem conhecimento para criar estas naves. O comportamento
destes objectos também não é novo e existe todo um registo histórico destas
coisas, portanto nada nos faz supor que estes objectos tenham origem humana,
porque eles já se manifestavam e se mostravam no passado quando a tecnologia
humana era muito menos desenvolvida. Por isso todas estas brincadeiras que se
fazem e estes argumentos que usam a sigla OVNI servem para convencer de que não
existem evidências de que somos visitados por outras entidades e, para
conseguir esse objectivo, essas pessoas acabam por fugir das questões
importantes como por exemplo tentar explicar o comportamento, as manobras e as
capacidades desses objectos que claramente estão muito além da nossa ciência e
capacidades actuais, e isso leva-nos a uma conclusão apenas: não estamos
sozinhos!
Temos também pessoas que se apresentam
como autoridades nesta matéria, apesar de nunca terem investigado isto
seriamente, e só dizem disparates. E vem-me à memória um individuo muito
popular, sempre com o mesmo risinho achincalhador e que não podia ter deixado
de marcar presença na televisão para dar a sua opinião sobre este caso. Trata-se,
a meu ver, de uma pessoa sobrevalorizada, é uma celebridade de programas sobre
ciência, não gosto de citar nomes, mas toda a gente o conhece. É mais do mesmo,
já estamos todos habituados.
Mas como podemos interpretar esta
abertura por parte do pentágono? Algumas pessoas questionam: será estratégia? Preparam
algo? Fingem que não existe informação mais aprofundada nem encobrimento? E
pergunto eu: será um estudo genuíno (parece ser) mas simplesmente não traduz o real
conhecimento produzido por todas as organizações? Haverá outros grupos que
investigam e possuem informação relevante (com toda a certeza) mas não
comunicam essa informação a outras organizações dentro do governo? Ou seja, dentro
de um governo podem existir diferentes grupos com diferentes níveis de
conhecimento e informação. Mas o reconhecimento de que estes objectos existem,
a apresentação de um filme onde um desses objectos aparece e é registado
através de câmaras e instrumentos especiais, tudo isto é melhor do que nada!
Quando falamos de aparições, normalmente
pensamos naquela ideia digamos mais clássica, mais comum, que consiste numa
imagem incorpórea, intangível, etérea, translúcida, acinzentada ou a preto e
branco, quase como se fosse uma imagem radiográfica. Nalgumas observações são
descritas cores e pormenores mais perceptíveis, mas noutras ocasiões a imagem é
pouco definida. Vultos e silhuetas são também descritos. Portanto, estas são as
ideias gerais que todos temos na cabeça. Mas, por mais estranho e improvável
que possa parecer, também existe aquilo que alguns chamam de materialização, é
algo tangível e indistinguível de uma pessoa de carne e osso.
Algumas vezes apresenta-se
perante o observador a imagem de um corpo inteiro de uma pessoa ou até de outro
ser. Outras vezes apenas metade de um corpo é visível, manifesta-se, portanto,
de forma incompleta. O tempo da observação pode ser breve e a imagem esfuma-se
rapidamente, desaparece após alguns segundos. Já noutros casos essa observação pode
durar mais tempo. Outro aspecto também importante é saber se essa figura
estabelece ou não interacção, manifestação, contacto com o observador e se existem
outros fenómenos associados (aspecto já abordado neste blogue noutra publicação
anterior).
O estudo e a pesquisa destes
fenómenos levam-nos à conclusão lógica de que são reais e não fruto da
imaginação de alguém, principalmente quando existem múltiplas testemunhas e
outro tipo de corroborações, tal como podemos constatar através da investigação
disponibilizada neste link:
(Ver a partir do minuto 43:30. Recomenda-se
ver com atenção porque existem vários pormenores que todos ligados dão-nos uma
melhor compreensão).
Se quisermos, podemos negar e
desprezar estas coisas, e construir interpretações alternativas à nossa
escolha, interpretações de cunho materialista, por exemplo. Contudo, isso não
impede que haja determinadas experiências e testemunhos sobre este tipo de
aparições e fenómenos. Também não impede que haja gente séria que investiga e
fornece informação, dados relevantes que, na minha opinião, contrariam as teses
mais materialistas e mostram-nos que a nossa percepção comum é incapaz de
captar realidades que nos rodeiam.
Para além de outros aspectos
comuns verificados nestas investigações, muitas vezes encontramos alterações do
campo magnético que se fazem notar precisamente nos pontos onde as observações,
sensações e fenómenos ocorrem.
Para finalizar, gostaria de dizer
que um investigador (seja mais especializado, traquejado ou menos especializado
e preparado), ou simplesmente no caso daqueles que buscam informação ou aqueles
que buscam uma verdade qualquer, seja qual for o método que utilizem, devem-se
guiar por critérios. A função de um investigador não está isenta de hipóteses
pessoais ou mesmo convicções pessoais, desde que estas sejam fundamentadas ou
sustentadas em argumentos plausíveis. Mas especialmente em determinadas
circunstâncias e situações, deve-se ter alguns cuidados na forma de abordar
certos casos e temas, no sentido de tentar ser o mais imparcial e rigoroso
possível. Um certo nível de pensamento crítico tem de estar sempre presente, a
reflexão não pode ser simplesmente abandonada, mesmo quando chegamos a um
patamar onde uma determinada realidade parece ser verdadeira, por exemplo
quando várias informações de proveniência diversa nos levam à mesma conclusão e
parecem confirmar a existência dessa mesma realidade. Pode ser que, a partir
daí, haja coisas que precisem de ser mais esmiuçadas… E seja do ponto de vista
meramente teórico, filosófico, ou através de uma experiência directa das
coisas, a passividade perante certos temas e realidades não tem de ser a norma
e talvez seja conveniente explorar e questionar certas coisas. Fizemos o mesmo em
relação à religião e à ciência, porque não fazer o mesmo em relação a outros
temas e dinâmicas de domínio oculto? Assuntos não exclusivamente relacionados
com o tema das aparições, mas principalmente acerca das dinâmicas profundas da
existência e também sobre outros planos. Sobre isso falarei mais tarde de forma
mais ou menos breve, provavelmente num texto/comentário que complementará um
artigo principal já publicado.
Já por várias vezes usei aqui a
palavra dimensão para me referir a outros planos de existência, aquilo que
alguns chamam de planos astrais, espirituais, reinos, etc. Mas convém realçar
que todas estas palavras não devem ser entendidas no seu sentido literal. Por
exemplo, quando espiritualistas (para utilizar um termo que seja o mais
abrangente possível) usam a palavra fluído torna-se
necessário salientar que estes conceitos nada têm a ver com os conceitos das
ciências naturais e, por isso, podem ser entendidos apenas como uma espécie de
metáforas. De facto, o conceito de dimensão usado pelos físicos e matemáticos é
diferente daquele que é usado pelo esoterismo. São apenas palavras digamos
emprestadas mas que descrevem realidades distintas. A palestra abaixo aborda
estas questões, que muitas vezes são motivo de confusão e conflitos entre a
ciência e, por exemplo, o esoterismo. O palestrante mostra-nos também a sua perspectiva,
entendimento e teoria sobre o Universo, a natureza da realidade e a origem das
entidades denominadas de extraterrestres.
Nota: Existem algumas actualizações
de novos comentários a alguns artigos. São textos que complementam e
acrescentam mais informações e análises aos artigos principais. Prefiro fazer
as coisas desta maneira, para evitar a criação de novos artigos que falam
sempre sobre os mesmos temas. Por isso, quem estiver interessado, então pode
rever e ler as novidades.
Queria também salientar que não
pretendo agradar ninguém (nenhum grupo em particular), não tenho absolutamente
nada a ganhar com as coisas que escrevo. O que eu escrevo (e publico) não é
para o leitor acreditar, é para o leitor questionar, reflectir e verificar se
tem ou não tem alguma base e sentido.
Quem são os outros? Quem são
essas outras entidades que se intrometem na nossa realidade? Quais são as suas
agendas? O que têm a ganhar?
E nós?! Somos apenas meros peões
num complexo e vasto jogo? Quem nos move? Somos realmente inteiramente donos e
senhores das nossas vidas? Escolhemos e decidimos, ou alguém escolhe por nós?
Quem escolhe? Quando é que escolhemos realmente alguma coisa?
Estas são algumas das questões
levantadas no seguinte programa:
De acordo com os relatos que nos
chegam, nomeadamente no âmbito das EQM, a nossa existência neste planeta serve
um propósito, tem um sentido (é importante salientar que a filosofia e a
religião sempre tentaram responder à questão do sentido da vida). Portanto,
neste contexto, é-nos dado um conjunto de informações que possuem semelhanças
com algumas filosofias, doutrinas e tradições espirituais, nas quais o planeta
Terra é visto como uma escola onde se aprendem importantes lições.
No entanto, como curiosidade, e
tal como acontece com outros assuntos, também aqui há espaço para a conspiração,
porque existe uma versão alternativa do factos (não estou a falar da versão
materialista, ontologicamente falando). Essa versão alternativa diz que o planeta
Terra é, afinal, uma prisão! Suponho que esta teoria foi inspirada no
gnosticismo (e não só). Alguns chegam mesmo a usar conceitos e termos
gnósticos.
Talvez, digo eu, não seja uma
prisão para todos, ou então é uma prisão com mais regalias para uns do que para
outros, e com direito a tortura. Mas há quem não concorde com esta teoria de
que a Terra é um planeta prisão, apelidando-a de desinformação. Dizem que não
existe qualquer hipótese de engano nem manipulação. Na internet podemos
assistir a várias trocas de argumentos entre estas duas posições, tanto nos
comentários aos vídeos como nos próprios vídeos.
Não pretendo destruir o optimismo
nem a esperança de ninguém (isso seria contrário à intenção e lógica deste
blogue), mas há coisas que são evidentes e essas ninguém pode negar: nesta
realidade constatamos a existência de limitações e obstáculos e, em menor ou
maior grau, existe uma dificuldade ou até mesmo impossibilidade de criar a
nossa própria realidade; seja escola ou prisão, também podemos constatar que
muitas pessoas abandonam esta vida num estado bem pior do que aquele em que
entraram (interiormente, mentalmente, etc); não sabemos o que se esconde por
detrás da cortina nem os propósitos das coisas, mas não raras vezes gera-se um
sentimento de injustiça e indignação, principalmente quando vemos que a vida
muitas vezes favorece e premeia indivíduos que aparentemente não merecem, a
vida concede-lhes uma boa dose de liberdade que por sua vez permite-lhes fazer
mais porcaria do que seria aceitável. Desta forma, parece que só uns precisam
de levar com lições, enquanto outros aparentemente não têm nada a aprender,
apesar do seu comportamento revelar o contrário; no fundo, escolas e prisões
partilham muitos aspectos em comum, pelo menos nestas sociedades criadas pela
espécie humana aqui na Terra.
Talvez não exista conspiração
nenhuma e a verdade seja mesmo aquela que é contada pelas pessoas que
experienciaram as EQM. Mas se houver conspiração, se realmente estivermos a ser
manipulados e enganados por uma qualquer espécie de seres de natureza duvidosa,
talvez nunca venhamos a saber ao certo, porque a ilusão pode ser perfeita ou
quase perfeita (embora os preponentes desta teoria digam que existe sim uma
forma de escapar). Da mesma forma que nós humanos, em determinadas situações, conseguimos
enganar e manipular outras espécies de animais, satisfazendo-lhes uma série de
necessidades e criando um conjunto de condições (nem que seja por breves
momentos). Embora, na minha opinião, os animais não são assim tão idiotas como
algumas pessoas pensam, e provas não faltam por aí.
Depois de alguma reflexão, estou
mais inclinado para a versão das EQM que vê estas experiências como sendo genuínas
e sem embustes de qualquer género, porque parece ser mais verossímil. No entanto,
devo dizer que não estou totalmente satisfeito.
Esta versão (sem conspiração)
parece ser a verdadeira. A informação disponibilizada faz um certo sentido sim,
é verdade que explica muita coisa, para além de confirmar aquilo que dizem
certas filosofias, tradições e outro tipo de experiências dentro deste âmbito.
Mas será que faz total sentido? Não, confesso que não! Do meu ponto de vista,
não faz total sentido porque, assim como tantas outras pessoas, custa-me
aceitar muitas coisas… Para além disso, existem também certos aspectos que não
estão totalmente claros. Contudo, as dúvidas e dificuldades na compreensão de
certas dinâmicas são perfeitamente naturais, tendo em conta todas as limitações
inerentes a esta minha condição e ponto de vista, somado ao facto de, em muitos
casos de EQM, aquelas pessoas não terem tido acesso a toda a informação (algumas
também referem que não conseguem neste momento ter acesso a toda a informação,
em termos de memória).
Nota: Para quem estiver
interessado, existem vários vídeos na internet (não só em inglês) onde se expõe
o assunto, com opiniões e diferentes versões da mesma teoria. E, claro, não
esquecer as caixas de comentários desses vídeos porque é sempre interessante
ver: os argumentos a favor desta teoria; os desabafos e as histórias de vida de
uns e de outros (embora este aspecto não apareça nos comentários de todos os
vídeos); e também a contra-argumentação, o lado daqueles que não concordam com
esta teoria.
Este ano celebrou-se o centenário
das aparições de Fátima. O seguinte documentário analisa o fenómeno de Fátima
sob várias perspectivas. (em certos momentos o áudio não é o melhor mas vale a
pena ver)
A propósito do centenário, é
interessante verificar que existem pessoas que têm uma predileção especial para
menosprezar, criticar e até ridicularizar* certos temas comummente designados
de paranormais. Alguns também são muito zelosos no seu papel de detractores de
tudo aquilo que não faz parte de um certo pensamento dominante, e por vezes escrevem
artigos em revistas e jornais, para além de já terem marcado presença em
programas televisivos, embora não muito frequentemente. Depois também temos
assíduos comentadores televisivos (jornalistas e não jornalistas) cujas
opiniões pululam por aí e estes nunca se inibem de ”desancar” quando aparece
algum assunto que foge a uma certa normalidade nas mais variadas áreas, são os
defensores do status quo. Posso até estar enganado mas, curiosamente, não vi
nenhum tipo de manifestação e crítica em relação a Fátima! Algumas destas
pessoas ficaram caladas e abstiveram-se de fazer qualquer crítica sobre Fátima,
decidiram ser politicamente correctos e optaram por respeitar a fé dos outros (não
é má ideia), talvez pelo peso e importância de Fátima e da religião católica e
também devido à importância da vinda do Papa a Portugal. De repente a coerência
desaparece e abstêm-se de fazer uma crítica que seria perfeitamente natural, no
contexto da sua posição filosófica. Ou seja, ao seguirmos a mesma linha de
pensamento, teremos de obrigatoriamente considerar absurdo, cómico até, e
irracional tudo o que está relacionado com Fátima, teremos de não só criticar a
versão oficial dos acontecimentos mas também considerar um total absurdo tudo
que rodeia Fátima. Na perspectiva destes autênticos paladinos, é sempre
importante: trazer racionalidade para a sociedade, tentar educar as pessoas
dentro da ciência (a tal que dizem não ter dogmas), destruir toda a
pseudociência (só quando lhes convém e nas áreas desejadas) e combater a
superstição e o preconceito. Por isso não faz sentido este silêncio por parte de
alguns destes cavalheiros, mas pelos vistos eles especializaram-se apenas em
determinados temas…
De igual forma, também não faz
sentido alguém ser católico, aceitar as aparições de Fátima, e depois condenar
e não aceitar outras aparições semelhantes, rejeitando também outros fenómenos
paranormais, para além de condenarem outros tópicos polémicos… Haja coerência
também aqui!
Por outro lado, em relação
àqueles que abertamente criticam Fátima e têm digamos a coragem e a franqueza
de falar o que pensam, devo dizer que querer deitar no lixo todo o fenómeno de
Fátima (assim como outros fenómenos) é, do meu ponto de vista, um erro e uma
ingenuidade. Podemos reflectir sobre muita coisa e criticar a versão oficial,
podemos até criticar algumas dinâmicas e aspectos que sucedem ali actualmente.
Contudo, devemos sempre abordar o assunto com seriedade e honestidade
suficiente porque temos perante nós a oportunidade de explorar não só a mente
humana mas também outros aspectos, possibilidades e até hipóteses. Neste
sentido, torna-se essencial olhar Fátima (e não só) para além da religião (e
seus dogmas) e reconhecer que também existem benefícios (talvez não para todos,
mas para muitos). E, principalmente, independentemente da interpretação, não
podemos negar que algo aconteceu ali no início do século passado!
*Neste aspecto, a ridicularização
pode trazer uma consequência automática: a inibição! Isso leva a que muitas
pessoas se inibam e não apresentem o seu testemunho quando o consideram
relevante, ou então pensarão duas vezes antes de contarem as suas experiências.
Por isso é sempre importante haver associações, grupos de pesquisa,
investigadores sérios e de bom senso, e jornalistas especializados neste temas (jornalistas
é coisa rara de se ver nos meios convencionais) para que estes testemunhos
possam ser de certa forma protegidos e compreendidos.
Para além disso, não menos
curioso é o facto de haver duas posições aparentemente incongruentes (em geral,
não apenas no que diz respeito a estes temas): a sociedade (ou pelo menos uma
parte dela) não aceita e publicamente censura determinadas abordagens e comentários,
sabemos inclusivamente que legalmente pode haver consequências para quem
agredir, ofender, difamar e tentar humilhar os outros, e às vezes verificamos
até um certo extremismo politicamente correcto que é manifestado quando se toca
nalguns tópicos; Por outro lado, por vezes assistimos a uma completa aceitação
de abordagens e comentários com características semelhantes a, por exemplo, certas
formas de bullying, e a defesa desses comentários é ainda mais notória quando
certos indivíduos não nutrem qualquer interesse pelo assunto ou quando são até
extremamente críticos em relação aos temas em questão.
Portanto, às vezes basta alguma
coisa ser dita por um humorista, ou vir protegida pela capa de um simples
programa humorístico, e aquilo que noutro contexto poderia ser criticável,
condenável e censurável torna-se milagrosamente mais aceitável, e depois alguns
usam todo o tipo de argumentos à disposição para convencer os outros de que afinal
não há nenhum problema porque isto é apenas humor, nada mais! Claro que
programas de humor são sempre bem-vindos, cada caso é um caso, diferentes
pessoas podem ter diferentes opiniões, a análise e o impacto depende de muita
coisa, mas a verdade é que as consequências podem ser igualmente más, ou até
piores, para aqueles que são alvos de troça num contexto de um programa de
humor e afins.
E o mais diria cómico é quando
vemos que determinados humoristas deixam sempre certos temas e grupos intactos
(ou então são mais brandos com estes), as piadas são selectivas ou debruçam-se
mais sobre certos assuntos deixando outros de fora. Uma das ditas funções do
humorista é a crítica social, a qual deveria ser inteligente e totalmente abrangente,
contudo parece-me óbvio que de repente tudo ganha contornos estranhos e
tendenciosos…Mas não precisamos de humoristas para nada porque um simples
comentador, uma simples reportagem ou uma simples entrevista pode, por exemplo,
dar cabo da reputação de muita gente (e já deu).
Dito isto, viva a liberdade de
expressão, sou todo a favor do humor, e gosto sempre de recordar aquele ditado
suponho que brasileiro: “pimenta no traseiro do outro para mim é refresco”…
Não tenho especial interesse por este tipo de temas e assuntos, mas confesso que existem elementos bastante
estranhos em toda esta história apresentada nos vídeos e documentários abaixo.
Houve uma campanha de descrédito contra Portugal, uma tentativa de denegrir a
imagem do país (acredito que não teve qualquer consequência pelo menos em
termos de turismo porque os números falam por si), lançando mentiras, no
sentido de tentar limpar a imagem dos cidadãos estrangeiros envolvidos, segundo
dizem alguns, e dessa forma, protegendo também a imagem do país de origem dessas
pessoas.
Mas terão sido simples lógicas patrioteiras?
Ou será que existem outras razões por detrás dessa aparente tentativa de
encobrimento? Quem esteve realmente envolvido nesse encobrimento? Dez anos
depois, o enigma e a polémica continuam. Podemos dizer que este desaparecimento é não só um
dos mais misteriosos ocorridos em Portugal mas também seguramente está presente
na lista dos casos mais famosos e mediáticos a nível mundial no que diz
respeito ao âmbito da investigação policial, criminologia e afins.
Este caso é bem ilustrativo das
dinâmicas e esquemas para os quais chamei a atenção e critiquei em anteriores
artigos e comentários aqui publicados. Exemplifica na perfeição certas
abordagens e comportamentos dos media.
Embora este caso não esteja
relacionado com os media portugueses, a verdade é que comportamentos
semelhantes podem ser encontrados também aqui (embora de forma talvez menos agressiva
do que noutros países). Ainda muito recentemente, pude identificar aqui nalguns
meios de comunicação nacionais tentativas de manipulação da opinião pública
(com sucesso, de uma forma geral) lançando informação incompleta e numa
primeira fase divulgando informações incorrectas. Mesmo que tenha sido com boas
intenções, porque se tratava de um problema relacionado com a saúde pública e
isso gerou um certo alarme, penso que a comunicação social deveria ter mais
cuidado e ser menos tendenciosa. Outras coisas puderam também ser confirmadas…
Este programa apresenta-nos uma
investigação multidisciplinar com resultados importantes que, na minha opinião,
não deveriam deixar ninguém indiferente. É, portanto, um exemplo a seguir,
principalmente porque todo o processo de investigação foi filmado e os
resultados são partilhados com o público, estimulando assim uma reflexão sobre
estes fenómenos.
Para além de um certo rigor e
cuidado na forma de conduzir a investigação (o que é sempre importante), são
revelados aspectos interessantes e existem algumas corroborações. Por isso
recomendo ver com atenção.
É também importante salientar que
algumas características repetem-se e são comuns neste tipo de fenómenos, tal
como podemos verificar através de outras investigações que foram realizadas
dentro de um modelo semelhante.
A CIA disponibilizou recentemente
documentos através da Internet e, entre os milhões de páginas, foi dado especial
destaque a alguns temas que já foram abordados neste blogue: Investigações acerca
do EVP (Electronic Voice Phenomena); 70% de acerto em experiências sobre visão
remota; casos de poltergeist; incidentes com ovnis; tácticas de desinformação e
outro tipo de assuntos.
Estamos perante uma situação que
nos permite pensar em duas hipóteses, só existem duas explicações para o que
vimos: podemos acreditar que a CIA inventou tudo isto ( na minha opinião,
não faz sentido); ou então tudo realmente aconteceu (o que bate certo,
principalmente quando sabemos que existem mais dados, informações e estudos que
corroboram a existência destes fenómenos).
Será que a CIA, assim como outros
serviços secretos e militares de outros países que também investigaram estas
coisas, dar-se-ia ao trabalho de gastar tempo e recursos para estudar e testar
estes temas se realmente não houvesse razões e tudo não passasse de uma treta?
Na verdade, trata-se de migalhas,
como alguém dizia, mas certas informações já seriam expectáveis.
Em vários países, a notícia foi
passada nalguns meios de comunicação social mais, digamos, convencionais mas, na
maioria desses meios, a notícia terá tido o impacto merecido? Fica a questão!
Houve algum tipo de debate sério? Por exemplo, a comunidade científica, assim
como outras organizações e grupos não disseram nada?
Dá-me a sensação de que os media,
em geral, pouco ou nada debateram sobre isto, pelo menos não vi muito enfoque
no assunto, é irrelevante segundo a perspectiva deles, uma simples curiosidade.
Do meu ponto de vista, isto é incompreensível! Não houve nem direito a um
pequeno debate, pelo menos não encontrei nada aqui nos canais nacionais, apenas
breves notícias em jornais on-line, mas de resto nada de muito relevante. Em
termos internacionais, salvo algumas excepções, posso até estar enganado, mas
do pouco que pesquisei, também não vi grande debate sobre este assunto,
preferem insistir sempre no mesmo do costume.
No panorama nacional, é certo que
já têm aparecido algumas reportagens dedicadas a este tipo de temas, por
exemplo existem algumas reportagens e programas nacionais ( podem ser
encontrados na internet) que não estão todos publicados neste blogue porque
apenas coloquei aqueles vídeos que me pareceram mais relevantes e menos
repetitivos, mas penso que continua a haver um certo vazio em relação a estes
assuntos.
É verdade que ainda existem
algumas excepções aqui e ali, principalmente para quem tem acesso a muitos
canais, já para não falar das alternativas que a Internet nos proporciona e
isso tem sido, na minha opinião, uma verdadeira bênção, apesar de ser muitas
vezes crucial separar o trigo do joio nesta grande rede. Contudo, vejo por aí
muitos canais que desperdiçam demasiado tempo em certas áreas que, como é
evidente, também têm o seu lugar e são desejadas pelo público, mas há por vezes
um excesso de programas, uma insistência repetitiva nos mesmos temas e
assuntos, sempre nas mesmas áreas, por isso acho que deveriam conceder algum
tempo e espaço para outro tipo de conteúdos.
No que diz respeito a certos
meios de informação, a manipulação (quando acontece), a instrumentalização de
certas ocorrências para alimentar e reforçar certas ideias, tentando puxar
certas agendas para a frente, interferindo na sociedade a diversos níveis e,
nesse sentido, basta usar as televisões, assim como outros meios, para ir aos
poucos doutrinando o público. Existem sempre aproveitamentos e meias verdades
que são deitadas para o ar todo o santo tempo, algumas colam, outras não colam
porque já são mais difíceis de absorver na totalidade. Claro que as
interpretações não são sempre unanimes e as doutrinas não são sempre más, mas é
preciso estar atento, convém! E neste sentido, a Internet, tal como referi
anteriormente, pode ser uma verdadeira bênção!
Mas, independentemente de
existirem ou não egrégoras, a parte mais interessante do texto é uma lista que
permite identificar os comportamentos digamos menos positivos de certos grupos,
neste caso específico estamos a falar de grupos dentro do âmbito do
espiritualismo (para usar um termo que seja o mais abrangente possível). São
uma espécie de sinais de alerta. É possível que nem toda a gente concorde com
alguns pontos da lista, existem coisas que podem ser discutíveis, mas alguns
aspectos são já bastante conhecidos e estão relacionados com a força que
determinados grupos e seitas exercem sobre o individuo e o poder e controlo que
certos mestres e líderes exercem na vida dos seus seguidores.
É evidente que a influência menos
positiva de um grupo (ou mesmo uma instituição ou organização) não acontece
somente no âmbito espiritual religioso, mas também se verifica no âmbito
politico, ideológico, etc.
Claro que, por exemplo, nem tudo
o que é dissidente e divergente é necessariamente negativo, é preciso deixar
isso bem claro! Para além disso, grandes instituições também exercem influência
sobre os indivíduos, embora haja algumas diferenças em relação a grupos e
organizações mais pequenas.
Grande parte das televisões,
rádios, jornais, revistas e afins, no que diz respeito a certos assuntos, mais
não fazem do que formatar a cabeça deste imenso rebanho que somos todos nós. Sabemos
que existem excepções, mas muitos não são isentos, alguns têm mentalidade de
autênticos borregos, às vezes geram constantemente maus sentimentos nas pessoas,
também geram a discórdia (com ou sem conspiração por detrás, com ou sem influência
do denominado “sistema”), alguns são ideológicos enquanto outros são
vingativos. Este é um assunto que dava pano para mangas. Neste momento torna-se
sempre difícil tocar em certos assuntos sem que haja a tentação de alguém nos
acusar de ser “Trumpistas” (não sou), misóginos ou outro disparate do género,
quando alguém nos tenta classificar numa categoria qualquer, mas isso é um
problema deles e não meu.
Na verdade e indo directamente ao
assunto, aquilo que às vezes me parece é que está em marcha uma guerra contra
os homens (às vezes defendida e apoiada pelos próprios homens), vejamos por exemplo a lei
que recentemente foi aprovada na França e, à semelhança de outros países, evocando
falsos argumentos, penaliza os clientes das denominadas trabalhadoras do sexo.
Não sabemos se isto é só uma lei como outras que andam por aí, só para inglês
ver, como se costuma dizer. Mas certo é que, alegando argumentos que não me
convencem, decidiram aprovar a referida lei. É uma espécie de “lei seca “mas
que só penaliza o cliente. Isto não tem pés nem cabeça, é um total absurdo e,
do meu ponto de vista, isto tem por base somente motivos ideológicos, nada
mais.
Caro leitor, pouco importa a
minha moral ou a sua (religiosa ou não), o que está aqui em causa são direitos
e liberdades!Também existe muita coisa
com a qual não concordo nem aprovo mas isso não me dá o direito de partir para
proibicionismos e também não ando por aí a erguer certo tipo de bandeiras no
sentido de convencer as pessoas a comportarem-se conforme o meu gosto,
principalmente assuntos da esfera privada e pessoal. Simples e claro, não tem
como haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Mas existe mais um exemplo que, não
sendo o único, contraria toda uma narrativa (palavra agora muito em voga)
feminista alimentada pelos media convencionalistas, a chamada mainstream media. Neste caso particular,
falamos dos direitos reprodutivos que privilegiam e favorecem claramente as
mulheres e discriminam totalmente os homens. É uma clara injustiça que merece
análise e exige uma mudança das leis. Concordo com aquilo que diz o juiz Jorge
Martins Ribeiro neste artigo:
Simples e claro, não tem como
haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Nota: Na leitura dos muitos
artigos publicados neste blogue, não se esqueça de dar uma espreitadela nas
caixas de comentários porque por vezes deixo lá ficar textos que complementam
os artigos principais e também existem alguns diálogos interessantes. Por isso não
se esqueça, não perca, acho que vai gostar (ou não). De qualquer modo, o blogue
foi elaborado para tocar em temas que ninguém quer falar e para apresentar conteúdos
alternativos, sempre com regras e respeito (aqui não haverá espaço para certo
tipo de comentários) mas sempre sem ditaduras de censuras e sem politicamente
correctos da minha parte, pois aqui não há nada disso. E também não existe
protagonismo da minha parte, isso é o que menos importa neste contexto. Sem
nunca esquecer que quantidade não significa qualidade…