domingo, 2 de abril de 2017

Realidades paralelas

Este programa apresenta-nos uma investigação multidisciplinar com resultados importantes que, na minha opinião, não deveriam deixar ninguém indiferente. É, portanto, um exemplo a seguir, principalmente porque todo o processo de investigação foi filmado e os resultados são partilhados com o público, estimulando assim uma reflexão sobre estes fenómenos.
 
Para além de um certo rigor e cuidado na forma de conduzir a investigação (o que é sempre importante), são revelados aspectos interessantes e existem algumas corroborações. Por isso recomendo ver com atenção.
 
É também importante salientar que algumas características repetem-se e são comuns neste tipo de fenómenos, tal como podemos verificar através de outras investigações que foram realizadas dentro de um modelo semelhante.
 
(No link abaixo, ver a partir do minuto 24)
 
 
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Documentos da CIA: repercussões justas?

A CIA disponibilizou recentemente documentos através da Internet e, entre os milhões de páginas, foi dado especial destaque a alguns temas que já foram abordados neste blogue: Investigações acerca do EVP (Electronic Voice Phenomena); 70% de acerto em experiências sobre visão remota; casos de poltergeist; incidentes com ovnis; tácticas de desinformação e outro tipo de assuntos.
Estamos perante uma situação que nos permite pensar em duas hipóteses, só existem duas explicações para o que vimos: podemos acreditar que a CIA inventou tudo isto ( na minha opinião, não faz sentido); ou então tudo realmente aconteceu (o que bate certo, principalmente quando sabemos que existem mais dados, informações e estudos que corroboram a existência destes fenómenos).
Será que a CIA, assim como outros serviços secretos e militares de outros países que também investigaram estas coisas, dar-se-ia ao trabalho de gastar tempo e recursos para estudar e testar estes temas se realmente não houvesse razões e tudo não passasse de uma treta?
Na verdade, trata-se de migalhas, como alguém dizia, mas certas informações já seriam expectáveis.
Em vários países, a notícia foi passada nalguns meios de comunicação social mais, digamos, convencionais mas, na maioria desses meios, a notícia terá tido o impacto merecido? Fica a questão! Houve algum tipo de debate sério? Por exemplo, a comunidade científica, assim como outras organizações e grupos não disseram nada?
Dá-me a sensação de que os media, em geral, pouco ou nada debateram sobre isto, pelo menos não vi muito enfoque no assunto, é irrelevante segundo a perspectiva deles, uma simples curiosidade. Do meu ponto de vista, isto é incompreensível! Não houve nem direito a um pequeno debate, pelo menos não encontrei nada aqui nos canais nacionais, apenas breves notícias em jornais on-line, mas de resto nada de muito relevante. Em termos internacionais, salvo algumas excepções, posso até estar enganado, mas do pouco que pesquisei, também não vi grande debate sobre este assunto, preferem insistir sempre no mesmo do costume.
No panorama nacional, é certo que já têm aparecido algumas reportagens dedicadas a este tipo de temas, por exemplo existem algumas reportagens e programas nacionais ( podem ser encontrados na internet) que não estão todos publicados neste blogue porque apenas coloquei aqueles vídeos que me pareceram mais relevantes e menos repetitivos, mas penso que continua a haver um certo vazio em relação a estes assuntos.
 
É verdade que ainda existem algumas excepções aqui e ali, principalmente para quem tem acesso a muitos canais, já para não falar das alternativas que a Internet nos proporciona e isso tem sido, na minha opinião, uma verdadeira bênção, apesar de ser muitas vezes crucial separar o trigo do joio nesta grande rede. Contudo, vejo por aí muitos canais que desperdiçam demasiado tempo em certas áreas que, como é evidente, também têm o seu lugar e são desejadas pelo público, mas há por vezes um excesso de programas, uma insistência repetitiva nos mesmos temas e assuntos, sempre nas mesmas áreas, por isso acho que deveriam conceder algum tempo e espaço para outro tipo de conteúdos.
No que diz respeito a certos meios de informação, a manipulação (quando acontece), a instrumentalização de certas ocorrências para alimentar e reforçar certas ideias, tentando puxar certas agendas para a frente, interferindo na sociedade a diversos níveis e, nesse sentido, basta usar as televisões, assim como outros meios, para ir aos poucos doutrinando o público. Existem sempre aproveitamentos e meias verdades que são deitadas para o ar todo o santo tempo, algumas colam, outras não colam porque já são mais difíceis de absorver na totalidade. Claro que as interpretações não são sempre unanimes e as doutrinas não são sempre más, mas é preciso estar atento, convém! E neste sentido, a Internet, tal como referi anteriormente, pode ser uma verdadeira bênção!
 
Programa com debate (no inicio do programa):

 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sinais de Alerta

 
O link abaixo é sobre a teoria das Egrégoras.
 
Mas, independentemente de existirem ou não egrégoras, a parte mais interessante do texto é uma lista que permite identificar os comportamentos digamos menos positivos de certos grupos, neste caso específico estamos a falar de grupos dentro do âmbito do espiritualismo (para usar um termo que seja o mais abrangente possível). São uma espécie de sinais de alerta. É possível que nem toda a gente concorde com alguns pontos da lista, existem coisas que podem ser discutíveis, mas alguns aspectos são já bastante conhecidos e estão relacionados com a força que determinados grupos e seitas exercem sobre o individuo e o poder e controlo que certos mestres e líderes exercem na vida dos seus seguidores.
É evidente que a influência menos positiva de um grupo (ou mesmo uma instituição ou organização) não acontece somente no âmbito espiritual religioso, mas também se verifica no âmbito politico, ideológico, etc.  
Claro que, por exemplo, nem tudo o que é dissidente e divergente é necessariamente negativo, é preciso deixar isso bem claro! Para além disso, grandes instituições também exercem influência sobre os indivíduos, embora haja algumas diferenças em relação a grupos e organizações mais pequenas.
 
 

sábado, 11 de fevereiro de 2017

A Hipocrisia dos media e as desigualdades que ninguém conta!

Grande parte das televisões, rádios, jornais, revistas e afins, no que diz respeito a certos assuntos, mais não fazem do que formatar a cabeça deste imenso rebanho que somos todos nós. Sabemos que existem excepções, mas muitos não são isentos, alguns têm mentalidade de autênticos borregos, às vezes geram constantemente maus sentimentos nas pessoas, também geram a discórdia (com ou sem conspiração por detrás, com ou sem influência do denominado “sistema”), alguns são ideológicos enquanto outros são vingativos. Este é um assunto que dava pano para mangas. Neste momento torna-se sempre difícil tocar em certos assuntos sem que haja a tentação de alguém nos acusar de ser “Trumpistas” (não sou), misóginos ou outro disparate do género, quando alguém nos tenta classificar numa categoria qualquer, mas isso é um problema deles e não meu.

Na verdade e indo directamente ao assunto, aquilo que às vezes me parece é que está em marcha uma guerra contra os homens (às vezes defendida e apoiada pelos próprios homens), vejamos por exemplo a lei que recentemente foi aprovada na França e, à semelhança de outros países, evocando falsos argumentos, penaliza os clientes das denominadas trabalhadoras do sexo. Não sabemos se isto é só uma lei como outras que andam por aí, só para inglês ver, como se costuma dizer. Mas certo é que, alegando argumentos que não me convencem, decidiram aprovar a referida lei. É uma espécie de “lei seca “mas que só penaliza o cliente. Isto não tem pés nem cabeça, é um total absurdo e, do meu ponto de vista, isto tem por base somente motivos ideológicos, nada mais.
Caro leitor, pouco importa a minha moral ou a sua (religiosa ou não), o que está aqui em causa são direitos e liberdades!  Também existe muita coisa com a qual não concordo nem aprovo mas isso não me dá o direito de partir para proibicionismos e também não ando por aí a erguer certo tipo de bandeiras no sentido de convencer as pessoas a comportarem-se conforme o meu gosto, principalmente assuntos da esfera privada e pessoal. Simples e claro, não tem como haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Mas existe mais um exemplo que, não sendo o único, contraria toda uma narrativa (palavra agora muito em voga) feminista alimentada pelos media convencionalistas, a chamada mainstream media. Neste caso particular, falamos dos direitos reprodutivos que privilegiam e favorecem claramente as mulheres e discriminam totalmente os homens. É uma clara injustiça que merece análise e exige uma mudança das leis. Concordo com aquilo que diz o juiz Jorge Martins Ribeiro neste artigo:
Simples e claro, não tem como haver polémica, não podemos ter dois pesos e duas medidas.
Nota: Na leitura dos muitos artigos publicados neste blogue, não se esqueça de dar uma espreitadela nas caixas de comentários porque por vezes deixo lá ficar textos que complementam os artigos principais e também existem alguns diálogos interessantes. Por isso não se esqueça, não perca, acho que vai gostar (ou não). De qualquer modo, o blogue foi elaborado para tocar em temas que ninguém quer falar e para apresentar conteúdos alternativos, sempre com regras e respeito (aqui não haverá espaço para certo tipo de comentários) mas sempre sem ditaduras de censuras e sem politicamente correctos da minha parte, pois aqui não há nada disso. E também não existe protagonismo da minha parte, isso é o que menos importa neste contexto. Sem nunca esquecer que quantidade não significa qualidade…
 


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Tesouros, piratas, templários e o reino da consciência

O vídeo mostra-nos o segundo episódio de uma série que junta templários, tesouros e piratas. Este episódio debruça-se mais sobre Portugal e os templários portugueses, mas a ligação com esses templários é estabelecida ao longo de toda a série.

Depois, nos dois links seguintes, uma entrevista com o autor do livro: “First Templar Nation”.

Em ambos os casos, tal como seria de esperar, muita especulação (também é preciso) e alguns factos.


 

O reino da consciência e a primeira nação templária (de um autor pouco conhecido, mas existem mais livros e autores que falam sobre os templários e a ligação com Portugal):

https://www.youtube.com/watch?v=iVuWZ6Rx6GU  (ver a partir do minuto 3:28)

https://www.youtube.com/watch?v=oXN-CfBEpqc
 

sábado, 6 de fevereiro de 2016

As EQM sob a lupa do Idealismo


Neste link, as EQM são analisadas desde um ponto de vista idealista (ontologia). Trata-se, a meu ver, de uma análise muito interessante e bastante pertinente, principalmente porque foca alguns aspectos importantes que por vezes geram algum debate. Está em inglês mas recomendo a leitura do texto.
 
Existe também um vídeo onde algumas pessoas contam as suas experiências em detalhe. Verificamos vários padrões comuns nestas experiências, mas há um que se destaca bastante: nenhuma daquelas pessoas queria voltar! Sabemos que a Terra não é propriamente o melhor lugar que podemos imaginar, mas, segundo estas experiências, a diferença entre planos (ou dimensões) é abismal! Existe também um outro pormenor (embora não seja uma total novidade), está relacionado com a nossa liberdade de decisão e escolha. Se tomarmos em conta as EQM, constatamos que a nossa liberdade tem os seus limites. Não é algo muito agradável de se ouvir mas, por muito que nos custe, essa parece ser a realidade. Claro que isso não significa que, no que diz respeito à nossa jornada na Terra, não haja algum espaço para tentar mudar situações e fazer escolhas em nosso benefício, embora nunca saibamos ao certo a verdadeira extensão das nossas possibilidades porque muita coisa está oculta e permanece vedada ao nosso conhecimento. Mas as vivências dentro deste corpo físico parecem ser um imperativo do qual não podemos por enquanto escapar.
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Questões ovnilógicas: a origem mais razoável!

Alguns dos avistamentos são, na verdade, naves tripuladas por seres humanos? Será?!
 
Há quem afirme que não devemos automaticamente dizer que essas naves são todas de origem extraterrestre (em sentido amplo). Algumas pessoas defendem que uma boa parte desses objectos (OVNIS) são tecnologia criada por humanos ou produto de engenharia reversa de tecnologia extraterrestre.  
 
Como é óbvio, não sou dono da verdade mas encontro razões coerentes e razoáveis para não acreditar nesta tese. Os OVNIS (falo daqueles que nos interessam porque nem todos os ovnis permitem-nos tirar conclusões) não são produto de nenhuma tecnologia humana nem de engenharia reversa de naves ou tecnologia recuperada, pois penso que tal cenário é pouco provável!
 
Em seguida irei expor alguns argumentos no sentido de esclarecer melhor a minha posição:
 
-Em relação à engenharia reversa, é importante ter em consideração o seguinte: o mais provável é que exista um enorme fosso tecnológico e científico entre nós humanos e essas entidades, por isso é muito pouco provável que os melhores cientistas entendam e consigam replicar tecnologia ET. Cito o ufólogo Stanton Friedman: “Se fosse possível recuar quinhentos anos e oferecer a Cristóvão Colombo um submarino nuclear e um orçamento ilimitado, será que ele conseguiria fazer a engenharia reversa? ” A resposta parece-me óbvia…;
 
- Não é plausível que seja produto de tecnologia cem por cento humana, nem hoje e muito menos no passado, e se recuarmos no tempo (não muito), conseguimos obter registos que não são nada compatíveis com qualquer possibilidade humana a nível tecnológico;
-O comportamento destes objectos é característico de curiosidade (mas não só), existe também, aqui e ali, um contacto muito característico ou qualquer tipo de intenção invulgar que parece mostrar que se trata de visitantes de fora, ou de alguém que aparece e se faz notar deliberadamente por alguma razão concreta. Portanto, este não é o comportamento que se esperaria de humanos que já conhecem as dinâmicas habituais e por isso não teriam qualquer interesse em adoptar este tipo de comportamento, até porque não precisam de usar essas naves para estudar seja o que for ou aceder à população;
 
-Vamos admitir que alguém teve sucesso na tal engenharia reversa (o que, tal como vimos, seria pouco provável) e existe um projecto secreto de alguma potência. Se esse grupo de humanos pretende manter tudo isso em segredo, porque é que então decidem aparecer e andar a passear por zonas povoadas e às vezes até densamente povoadas? Não faz muito sentido! Seria mais lógico que se afastassem dessas zonas. Ninguém no seu juízo perfeito iria ostentar aquilo que pretende manter secreto. Com toda a certeza, não iriam testar estas coisas em cima da cabeça dos outros, muito menos a uma baixa altitude, porque existem outras formas de o fazer, logo, na minha opinião, podemos descartar esta teoria;
- Por último, será que esses seres, essas entidades permitiriam uma coisa dessas? Permitiriam que um ser humano esteve na posse de tecnologia ET? É uma boa questão! Estaria tal facto dentro dos seus interesses? E alguém acha que eles teriam alguma dificuldade em impedir isso? Claro que não teriam, seria demasiado fácil para eles.
 
Existem também outras alegações que circulam por aí mas que, na minha opinião, não passam de especulações sem evidências e com bases muito débeis, para além de outras alegações em relação à formação académica, cientifica e sobre o passado de algumas pessoas, afirmações que não são corroboradas por outras testemunhas nem por documentos. Ou seja, coisas que deixam muitas dúvidas e provavelmente são embustes.
Por isso, neste momento, a única explicação que faz todo o sentido, tendo em conta os principais casos e estudos, é aquela que afirma que a origem desses objectos (aqueles que interessam) é cem por cento exógena e não são tripulados por humanos da Terra pertencentes às nossas civilizações actuais, mas sim tripulados por outras entidades. E esta conclusão é puramente racional. A posição por mim adoptada não é simplesmente produto de uma qualquer ânsia do ser humano para encontrar outras formas de inteligência ou mesmo um sentido da vida. E mesmo que haja até um certo desejo de encontrar vida inteligente, isso não invalida determinados argumentos.